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	<title>Blog da Mauá &#187; Curiosidades</title>
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	<description>O blog da Mauá (IMT - Instituto Mauá de Tecnologia), aborda temas relacionados à Engenharia.</description>
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		<title>Hotsite 50 anos – Concurso Cultural “Você faz parte da História da Mauá”</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 12:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto Mauá de Tecnologia lançou, em 16 de novembro, um hotsite comemorativo de seu cinquentenário. A nova página da web apresenta alguns acontecimentos da Mauá em forma de linha do tempo, com comentários de docentes, além de curiosidades e eventos comemorativos de forma interativa, com o conceito de história em movimento. O hotsite conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/11/Post-Hotsite-50-anos.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2430];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2431" title="Post Hotsite 50 anos" src="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/11/Post-Hotsite-50-anos.jpg" alt="" width="695" height="298" /></a></p>
<p>O Instituto Mauá de Tecnologia lançou, em 16 de novembro, um hotsite comemorativo de seu cinquentenário.</p>
<p>A nova página da <em>web</em> apresenta alguns acontecimentos da Mauá em forma de linha do tempo, com comentários de docentes, além de curiosidades e eventos comemorativos de forma interativa, com o conceito de história em movimento.</p>
<p>O hotsite conta também com uma <a href="http://maua50anos.maua.br/galeria" target="_blank">Galeria de Fotos &#8211; Concurso Cultural</a>, em que as pessoas poderão compartilhar no hotsite e nas suas redes sociais, fotos que representam momentos inesquecíveis vividos na Mauá.</p>
<p>As fotos deverão ser enviadas até 11 de dezembro de 2011.  Os participantes que enviarem as 40 melhores fotos serão premiados com um SmartBox Aventura, que poderá ser utilizado até 30 de março de 2012.</p>
<p><a href="http://maua50anos.maua.br/regulamento-concurso_cultural.pdf" target="_blank">Confira o regulamento</a> e participe! Você faz parte da história da Mauá! <img src='http://blog.maua.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Acesse:<strong> <a href="http://maua50anos.maua.br/">http://maua50anos.maua.br/</a></strong></p>
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		<title>Conheça o aluno Lucas Castro – Garoto Propaganda da Mauá</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 17:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aluno Lucas Castro,  Garoto Propaganda da Campanha de Vestibular Mauá 2012, conta sobre a escolha por Engenharia, diferenciais da Mauá e mercado de trabalho. Assista ao vídeo &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/09/Lucas-Castro.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2281];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2288" title="Lucas Castro" src="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/09/Lucas-Castro.jpg" alt="" width="566" height="241" /></a></p>
<p>O aluno Lucas Castro,  Garoto Propaganda da Campanha de Vestibular Mauá 2012, conta sobre a escolha por Engenharia, diferenciais da Mauá e mercado de trabalho.</p>
<p>Assista ao vídeo <img src='http://blog.maua.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><code><object width="580" height="423"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MpDhvqVnPXQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="423" src="http://www.youtube.com/v/MpDhvqVnPXQ?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></code></p>
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		<title>Mitos e Verdades sobre Micro-ondas</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 13:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Há muita discussão quando o assunto é micro-ondas, muitas coisas são ditas, mas há dúvidas sobre o que é verdade e o que é boato. Para tentar esclarecer algumas dessas dúvidas e entender um pouco sobre esse assunto, conversamos com o pesquisador especialista em micro-ondas Engenheiro José Thomaz Senise e com o professor e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/06/Cópia-de-Micro-ondas2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-2068];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2083" title="Cópia de Micro-ondas" src="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/06/Cópia-de-Micro-ondas2.jpg" alt="" width="443" height="270" /></a></p>
<p>Há muita discussão quando o assunto é micro-ondas, muitas coisas são ditas, mas há dúvidas sobre o que é verdade e o que é boato.</p>
<p>Para tentar esclarecer algumas dessas dúvidas e entender um pouco sobre esse assunto, conversamos com o pesquisador especialista em micro-ondas Engenheiro José Thomaz Senise e com o professor e coordenador dos cursos de  Engenharia Química e de Alimentos Marcello Nitz.</p>
<p><strong> Qual a diferença entre cozimento convencional e em forno de micro-ondas?</strong></p>
<p>Num forno convencional é preciso aquecer o ar no interior do forno para poder aquecer a superfície do alimento que se deseja cozinhar. O calor da superfície é transmitido para o interior do alimento por condução, no caso de sólidos, ou por condução e convecção no caso de líquidos. A temperatura no interior do alimento não ultrapassa a temperatura da sua superfície nem a do ar do forno.</p>
<p>No forno de micro-ondas, as ondas eletromagnéticas penetram no alimento e aquecem ao mesmo tempo, tanto a superfície quanto o interior.  A profundidade de penetração depende principalmente das propriedades dielétricas do alimento.   As paredes e o ar no interior do forno permanecem frios ou se aquecem pouco. Dessa maneira, pode ocorrer, que a superfície do alimento, em contato com o ar mais frio, não atinja a mesma temperatura do interior, que continua a aumentar pela ação das micro-ondas. Ou seja, a temperatura interna pode ser mais alta do que na superfície. Possivelmente essa é a origem da crença de que “as micro-ondas aquecem de dentro para fora”.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As micro-ondas podem escapar com o forno em funcionamento?</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Verdade.</strong> As micro-ondas podem escapar, mas as normas internacionais estabelecem que ao longo da vida útil do forno o escape não deva superar 5mW/cm<sup>2</sup> (cinco miliwatts por centímetro quadrado) a cinco centímetros de distância de qualquer parte do forno. Esse limite é observado com folga em todos os fornos comercializados, desde que obedecidas as recomendações para sua boa manutenção.</p>
<p><strong> É preciso esperar alguns segundos para abrir a porta?</strong></p>
<p><strong>Mito.</strong> Ao abrir a porta, mesmo com o forno em funcionamento, desliga-se instantaneamente o magnetron, ou seja, o gerador de micro-ondas. Após o desligamento, não há “efeito residual” das ondas eletromagnéticas no interior do forno.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Alguns alimentos podem explodir no micro-ondas?</strong></p>
<p><strong>Verdade.</strong> Por exemplo, um ovo com a casca intacta. As micro-ondas atravessam a casca, aquecem os líquidos no interior do ovo e podem aumentar a pressão interna ao ponto de romper a casca.</p>
<p><strong>Alimentos preparados no micro-ondas produzem substâncias que podem provocar tumores?</strong></p>
<p><strong>Depende. </strong>Se o alimento não produzir substâncias carcinogênicas quando preparado em forno convencional, não poderá fazê-lo em forno de micro-ondas.</p>
<p><strong>Existem plásticos próprios para uso no micro-ondas. No que diferem esses plásticos dos outros?</strong></p>
<p><strong>Verdade. </strong>Uma embalagem para micro-ondas deve, a princípio, ser transparente às micro-ondas. Em outras palavras, não deve absorver a energia. Além disso, deve suportar a temperatura de uso. Geralmente a temperatura do alimento não excede a de ebulição da água.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Papel ou recipientes de alumínio podem ser utilizados no micro-ondas?</strong></p>
<p>Há muita desinformação referente ao uso de objetos metálicos no forno de micro-ondas. A verdade pode se resumir no fato de que entre dois objetos metálicos muito próximos pode formar-se um arco. Por exemplo, não se deve aquecer um prato de porcelana que tem nas bordas um filete de ouro ou de prata, já que entre as partículas metálicas podem formar-se arcos que acabam prejudicando o filete.</p>
<p>Por outro lado, um objeto metálico inteiriço, como uma marmita de alumínio (baixa e aberta), desde que sem contato com as paredes do forno, pode ser usado para aquecer um alimento, sem problema. Metais bons condutores elétricos, como o alumínio e o cobre, refletem as ondas eletromagnéticas.</p>
<p>Os fabricantes de fornos recomendam não usar objetos metálicos (colheres, garfos, marmitas etc.) por uma questão de segurança, visto que alguém pode deixar objetos metálicos muito próximos entre si ou em contato com as paredes do forno. Em casos extremos, uma peça metálica de grande volume pode provocar reflexões que prejudicam o funcionamento da válvula magnetron, geradora de micro-ondas.</p>
<p>No caso do papel de alumínio, se há muito papel e pouco alumínio, pode aquecer ao ponto de pegar fogo. Se há só alumínio, pouco ou nada aquece. Se o alumínio for em tiras, pode saltar arco entre elas.</p>
<p>Conclusão: Sim, objetos de alumínio podem ser usados normalmente, com os cuidados apontados.</p>
<p>Objetos metálicos em geral podem ser usados. Não se preocupe se deixou uma colher na xícara de leite aquecida no forno. Mas não deixe duas colheres soltas e muito próximas entre si.</p>
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		<title>Conheça os tipos de reatores nucleares</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 12:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A conversão de energia nuclear pode ter como origem transformações produzidas no núcleo de átomos. Essas transformações podem ser devidas à fusão de dois núcleos de átomos leves, de baixo número atômico, formando um átomo mais pesado ou também pela fissão de um núcleo de átomo pesado, formando dois ou mais núcleos mais leves. Nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A conversão de energia nuclear pode ter como origem transformações produzidas no núcleo de átomos. Essas transformações podem ser devidas à fusão de dois núcleos de átomos leves, de baixo número atômico, formando um átomo mais pesado ou também pela fissão de um núcleo de átomo pesado, formando dois ou mais núcleos mais leves.</p>
<p>Nos dois casos, há uma liberação de energia na forma de calor devida à redução da massa dos produtos da reação em relação à massa dos átomos reagentes.</p>
<p>A reação nuclear controlada pode ser utilizada para a produção de energia elétrica em usinas termonucleares por meio de ciclos termodinâmicos.</p>
<p>Vários são os tipos de reatores nucleares para a produção de energia elétrica. Os mais comuns são os reatores resfriados por líquidos, que podem ser: um metal líquido (LMCR – <em>liquid metal cooled reactor</em>), um líquido orgânico (OMCR – <em>organic moderated and cooled reactor</em>), água pressurizada (PWR – <em>pressurized water reactor</em>) ou água fervente (BWR – <em>boiling water reactor</em>), sendo os dois últimos os mais frequentemente usados.</p>
<p>A tecnologia utilizada nos reatores de Angra dos Reis é a do PWR, que é a mais utilizada em usinas termonucleares terrestres e em aplicações para a propulsão naval. Nos reatores da operadora PECTO, em Fukushima, recentemente acidentados, é a do tipo BWR.</p>
<p>Em termos simples, a diferença entre os dois tipos é que o vapor gerado no reator BWR no processo de resfriamento das varetas de combustível é expandido na turbina acionadora do gerador elétrico, enquanto no reator PWR há um circuito primário de circulação de água refrigerante a alta pressão que não se vaporiza no núcleo do reator e é responsável pela refrigeração dos elementos combustíveis; esta água líquida a alta temperatura passa por um trocador de calor vaporizando a água de um circuito secundário que é expandida na turbina.</p>
<p>Assim o vapor que se expande na turbina no caso do PWR não é radioativo, ao contrário do vapor produzido no BWR, uma vez que o circuito primário fica totalmente isolado pelas paredes de contenção do reator. Embora com certo grau de segurança maior, tanto a usina PWR como a BWR dificilmente passariam ilesos sofrendo um terremoto de intensidade 8,9 na escala Richter, seguido de um tsunâmi de grande intensidade, como o observado no Japão em 11 de março de 2011.</p>
<p>A figura 1 mostra o esquema de uma planta termonuclear do tipo BWR .</p>
<p><a href="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/03/BWR.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1748];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1749" title="BWR" src="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/03/BWR.jpg" alt="" width="479" height="360" /></a></p>
<p>A figura 2 mostra o esquema de uma planta termonuclear do tipo PWR.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/03/PWR2.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1748];player=img;"><a href="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/03/PWR3.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1748];player=img;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1782" title="PWR" src="http://blog.maua.br/wp-content/uploads/2011/03/PWR3.jpg" alt="" width="523" height="414" /></a><br />
</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: bold; font-size: x-small; line-height: normal;">Mais informações acesse o artigo <a href="http://maua.br/imprensa/artigos" target="_blank">Conversão de Energia Nuclear</a></span></p>
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		<title>Taxi autônomo acionado pelo iPad</title>
		<link>http://blog.maua.br/2011/03/taxi-autonomo-acionado-pelo-ipad/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 12:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A equipe da Autonomos Labs, parte do Grupo de Inteligência Artificial da Freie Universität de Berlim, realiza pesquisas com o objetivo de desenvolver um sistema de navegação para veículos não tripulados que possam transitar com os carros convencionais nas estradas, além de explorar potenciais usos para esses sistemas. Um de seus desenvolvimentos é o “Taxi” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A equipe da Autonomos Labs, parte do Grupo de Inteligência Artificial da Freie Universität de Berlim, realiza pesquisas com o objetivo de desenvolver um sistema de navegação para veículos não tripulados que possam transitar com os carros convencionais nas estradas, além de explorar potenciais usos para esses sistemas.</p>
<p>Um de seus desenvolvimentos é o “Taxi” autônomo, denominado &#8220;Made in Germany”. Trata-se de uma versão modificada do Volkswagen Passat, equipado com GPS, câmeras de vídeo, placas de scanners a laser, sensores e radares, que utiliza essa combinação de equipamentos  para criar um mapa 3D de seu entorno detectando a presença de pedestres e veículos, podendo transitar de forma autônoma.</p>
<p>Para chamar o “Taxi” autônomo, o passageiro utiliza um aplicativo no iPad, que transmite a sua localização para o GPS do veículo. E enquanto aguarda, o usuário, pode acompanhar o progresso do trajeto feito pelo “Taxi”.</p>
<p>O iPad também é usado para informar ao veículo o local de destino.</p>
<p>Confira o vídeo sobre o “Taxi” Autônomo.</p>
<p><code><object width="500" height="311"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Kyk1VLTSH_U?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="311" src="http://www.youtube.com/v/Kyk1VLTSH_U?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></code></p>
<p>Agora nos diga: você teria coragem de usar esse &#8220;taxi&#8221;?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><span style="color: #000080;">Fontes<strong>:</strong></span> <a href="http://www.autonomos-labs.de./"><span style="color: #000000;">http://www.autonomos-labs.de./</span></a><span style="color: #000000;">; </span><span style="color: #000000;"><a href="http://www.gizmag.com/">http://www.gizmag.com</a></span></h6>
]]></content:encoded>
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		<title>Robôs realistas ou assustadores?</title>
		<link>http://blog.maua.br/2011/02/robos/</link>
		<comments>http://blog.maua.br/2011/02/robos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 12:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela dificuldade que as pessoas têm em interagir de forma natural com robôs, pesquisadores querem deixá-los cada vez mais semelhantes aos humanos. Por meio da &#8220;Robótica Cognitiva do Desenvolvimento&#8221;, que visa compreender o desenvolvimento da inteligência humana com o uso da robótica, professores da Universidade de Osaka, no Japão, criaram o Affetto. Trata-se de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela dificuldade que as pessoas têm em interagir de forma natural com robôs, pesquisadores querem deixá-los cada vez mais semelhantes aos humanos.</p>
<p>Por meio da &#8220;Robótica Cognitiva do Desenvolvimento&#8221;, que visa compreender o desenvolvimento da inteligência humana com o uso da robótica, professores da Universidade de Osaka, no Japão, criaram o Affetto. Trata-se de uma cabeça robótica, construída nos moldes de um crânio infantil, que possui um sistema eletrônico e mecânico que responde aos sensores implantados em sua pele de silicone.</p>
<p>Capaz de reproduzir expressões faciais de um bebê de forma bastante realista, o Affetto foi modelado para simular uma criança de  1 a 2 anos de idade e será usado para estudar como os bebês desenvolvem as habilidades sociais por meio da interação com quem está cuidando deles.</p>
<p>No vídeo pode-se ver alguns de seus movimentos</p>
<p><code><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="390" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Quai3SpKD08?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/v/Quai3SpKD08?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></code></p>
<p>Essa é uma demonstração do avanço da Robótica. O que antes era possível ver somente em filmes, está cada vez mais perto de se tornar realidade.</p>
<p>Será que no futuro confundiremos humanos com robôs?</p>
<h6><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000080;">Fontes:</span> <a href="http://www.popsci.com/">http://www.popsci.com</a>, <a href="http://www.getrobo.com/getrobo/">http://www.getrobo.com/getrobo/</a></span></h6>
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		<title>Sistema sueco pode dirigir seu carro por você</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2011 19:41:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que tal viajar sem precisar se estressar, apenas unindo-se a um “trem de carros” com um único condutor guiando por todos? O programa SARTRE – Safe Road Trains for the Environment, testou na Suécia um sistema de acionamento automático, que permite um único motorista guiar, por um caminhão, um comboio de carros, para as viagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que tal viajar sem precisar se estressar, apenas unindo-se a um “trem de carros” com um único condutor guiando por todos?</p>
<p>O programa SARTRE – Safe Road Trains for the Environment, testou na Suécia um sistema de acionamento automático, que permite um único motorista guiar, por um caminhão, um comboio de carros, para as viagens tornarem-se mais seguras e eficientes.</p>
<p>Os veículos são equipados com um sistema de navegação e comunicam-se por um sistema wireless, desenvolvido especificamente para comunicação e controle. O sistema constantemente faz ajustes para manter cada veículo a uma determinada distância do veículo da frente e a velocidade é definida pelo condutor do caminhão e executada automaticamente pelos demais carros.</p>
<p>Para unir-se a um comboio, basta que o motorista faça uma pesquisa em um computador de bordo e será avisado sobre a existência de um comboio e sua localização.</p>
<p>Acredita-se que, com veículos circulando mais próximos uns dos outros e com uma variação menor de velocidade, os congestionamentos diminuirão e haverá espaço para mais automóveis nas estradas. E, por ser limitada a velocidade do veículo condutor, também será possível uma economia de até 20% de consumo de combustível.</p>
<p>Só resta convencer os motoristas e as autoridades de que o sistema é seguro e capaz de lidar com os perigos não previstos da estrada.</p>
<p><object id="flashObj" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="486" height="412" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="flashVars" value="videoId=754069839001&amp;playerID=2227271001&amp;playerKey=AQ~~,AAAAADqBmN8~,Yo4S_rZKGX0rYg6XsV7i3F9IB8jNBoiY&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /><param name="base" value="http://admin.brightcove.com" /><param name="seamlesstabbing" value="false" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="swLiveConnect" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" /><param name="name" value="flashObj" /><param name="flashvars" value="videoId=754069839001&amp;playerID=2227271001&amp;playerKey=AQ~~,AAAAADqBmN8~,Yo4S_rZKGX0rYg6XsV7i3F9IB8jNBoiY&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="flashObj" type="application/x-shockwave-flash" width="486" height="412" src="http://c.brightcove.com/services/viewer/federated_f9?isVid=1" name="flashObj" allowscriptaccess="always" swliveconnect="true" allowfullscreen="true" seamlesstabbing="false" base="http://admin.brightcove.com" flashvars="videoId=754069839001&amp;playerID=2227271001&amp;playerKey=AQ~~,AAAAADqBmN8~,Yo4S_rZKGX0rYg6XsV7i3F9IB8jNBoiY&amp;domain=embed&amp;dynamicStreaming=true" bgcolor="#FFFFFF"></embed></object></p>
<h6><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000080;">Fonte:</span> <span style="color: #000000;">New Scientist</span></span></h6>
<p><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><br />
</span></span></p>
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		<title>Flauta produzida por impressora 3D</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 13:35:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[flauta]]></category>
		<category><![CDATA[impressão 3D]]></category>
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		<category><![CDATA[MIT Media Lab]]></category>
		<category><![CDATA[Objet Connex500 rapid prototyper]]></category>
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		<description><![CDATA[Criada no Media Lab, do MIT (Massachusetts Institute of Technology), a flauta foi produzida pela Objet Connex500 rapid prototyper, uma impressora 3D, que pode imprimir múltiplos materiais ao mesmo tempo. Em sua construção necessitou-se de um material rígido para o corpo, um mais macio para o bocal e outro tipo de material para vedar o ar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Criada no Media Lab, do MIT (Massachusetts Institute of Technology), a flauta foi produzida pela Objet Connex500 rapid prototyper, uma impressora 3D, que pode imprimir múltiplos materiais ao mesmo tempo.</p>
<p>Em sua construção necessitou-se de um material rígido para o corpo, um mais macio para o bocal e outro tipo de material para vedar o ar nos lugares adequados. Os materiais foram adicionados em sucessivas camadas finas e a prototipagem levou cerca de 15 horas.</p>
<p>O produto acabado resultou em quatro partes, que foram lavadas para a retirada dos materiais de suporte e montadas à mão, sendo as molas os únicos elementos adicionados depois da impressão.</p>
<p>Ainda não é uma flauta perfeita, pois algumas partes precisam ser melhoradas e é preciso que seja bem afinada, porém produz som de boa qualidade.</p>
<p>Isso mostra até onde a tecnologia em impressão 3D chegou e permite prever como poderá evoluir.</p>
<p><code><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400px" height="325px" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="menu" value="false" /><param name="src" value="http://www.linkedtube.com/static/flash/player.swf?sum=&amp;btn=&amp;txt=&amp;vis=never&amp;url=&amp;vid=zwHgszH0aqI" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400px" height="325px" src="http://www.linkedtube.com/static/flash/player.swf?sum=&amp;btn=&amp;txt=&amp;vis=never&amp;url=&amp;vid=zwHgszH0aqI" menu="false" quality="high"></embed></object></code></p>
<h6></h6>
<h6><span style="color: #000080;">Fonte:</span><span style="font-weight: normal;"> <a href="http://www.popsci.com/">popsci.com</a></span></h6>
]]></content:encoded>
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		<title>Motor Ferrari V12</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 11:22:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem nunca sonhou ter uma Ferrari ou pelo menos pilotar um veículo como esse. Seu símbolo, um cavalo negro empinado num fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari, traz sofisticação e orgulho para quem a pilota. A Ferrari é um ícone para os apaixonados por carros e velocidade, além de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem nunca sonhou ter uma Ferrari ou pelo menos pilotar um veículo como esse.</p>
<p>Seu símbolo, um cavalo negro empinado num fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari, traz sofisticação e orgulho para quem a pilota.</p>
<p>A Ferrari é um ícone para os apaixonados por carros e velocidade, além de ser uma obra de arte da Engenharia, com seu motor potente, cujo ronco já é motivo de satisfação para muitos.</p>
<p>Mas, por trás de toda sofisticação e potência, há um trabalho minucioso para a fabricação de seus motores, que são cuidadosamente projetados e produzidos.</p>
<p>Desde o primeiro motor até hoje, 12 cilindros tem sido a referência da Ferrari.</p>
<p>Veja a fabricação do motor Ferrari V12, uma mostra fascinante de Engenharia.</p>
<p><code><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/AdcoVurVY30?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/AdcoVurVY30?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></code></p>
<p>Você que é aficionado pelo assunto, conheça a <a href="http://www.maua.br/posgraduacao/especializacao-engenharia-automotiva">Pós-Graduação em Engenharia Automotiva</a> da Mauá.</p>
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		<title>Robôs que aprendem por demonstração</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 12:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>infoMauá</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Max-Planck Institute of Biological Cybernetics]]></category>
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		<description><![CDATA[Desenvolver uma programação para robôs exige muito empenho e dedicação, pois são procedimentos complexos que levam um determinado tempo. Mas, e se os robôs aprendessem sozinhos, analisando o movimento, imitando e repetindo? Pensando nisso, a equipe de pesquisadores do Max-Planck Institute of Biological Cybernetics, localizado na Alemanha, criaram robôs que aprendem realizar tarefas em pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolver uma programação para robôs exige muito empenho e dedicação, pois são procedimentos complexos que levam um determinado tempo.</p>
<p>Mas, e se os robôs aprendessem sozinhos, analisando o movimento, imitando e repetindo?</p>
<p>Pensando nisso, a equipe de pesquisadores do <a href="http://www.kyb.mpg.de/bs/">Max-Planck Institute of Biological Cybernetics</a>, localizado na Alemanha, criaram robôs que aprendem realizar tarefas em pouco tempo, utilizando-se de demonstração, imitação, tentativa e erro.</p>
<p>Os pesquisadores ensinam o básico do procedimento, pegando literalmente nas mãos dos robôs, que aprendem e depois repetem o que foi ensinado, melhorando o desempenho da tarefa com o treino.</p>
<p>Dependendo da tarefa, os robôs podem necessitar de até 100 tentativas até conseguirem acertar o movimento. Mesmo assim, o tempo para ensiná-los é menor que o tempo gasto numa programação tradicional.</p>
<p>Mais uma ideia interessante, não acham?</p>
<p><code><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MCqtKgwQlaQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/MCqtKgwQlaQ?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></code></p>
<h6>Fonte: <span style="color: #333333;">GEEK e Max-Planck Institute of Biological Cybernetics</span></h6>
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