Mais uma edição do TEDxMauá está próxima! Em 4 de agosto, mentes inovadoras estarão reunidas novamente em prol da disseminação de conhecimento – e você é o(a) nosso(a) convidado(a)!

O próximo está próximo. Este é o tema de 2018, que abordará assuntos em destaque na atualidade como: inteligência artificial; educação; mobilidade urbana, entre muitos outros!

A partir da próxima segunda-feira, 25 de junho, as inscrições para a seleção de participantes estarão abertas e você poderá fazê-la aqui para concorrer a uma das vagas. 😉

 

Sobre o TED

TED é uma organização sem fins lucrativos devotada a “Ideias Que Merecem Ser Espalhadas”. Surgiu em 1984, como uma conferência anual na Califórnia, e já teve entre seus palestrantes Bill Clinton, Annie Lennox, Bill Gates, Isabel Allende, Bono Vox, Al Gore, Michelle Obama, Philippe Starck, Elizabeth Gilbert e Jaime Lerner.

A Conferência TED anual acontece em Long Beach, Califórnia. Mais de 700 das palestras estão disponíveis gratuitamente no site TED.com, e já foram acessadas por milhões de pessoas em todo mundo. A sigla TED significa Tecnologia, Entretenimento e Design.

Os principais e primeiros campos criativos e de pesquisa que foram escolhidos para representar possíveis melhorias de futuro.

Hoje a discussão cresceu para os mais diversos campos, como educação, ciências, negócios, artes e questões globais. O que está em jogo realmente é o poder de transformar e melhorar o futuro, não importando formações.

 

Presenças já confirmadas no TEDxMauá 2018

 

Alcely Barroso

Com a palestra “Inteligência Artificial para Educação”, Alcely Barroso, doutora em bioquímica e especialista em responsabilidade social e cidadania corporativa, vem ao TEDxMauá falar sobre a união de educação e tecnologia na resolução de problemas sociais – mais precisamente sobre Inteligência Artificial para educação básica brasileira.

 

Marcel Ogando

Com a palestra “Revolução e Informação Coletiva na Mobilidade”, Marcel Ogando, engenheiro formado pelo IMT e cofundador do Milênio Bus, plataforma que gera inteligência para o transporte público, vem ao TEDxMauá falar sobre a revolução que a informação coletiva pode gerar na mobilidade urbana.

 

Edições anteriores

A Mauá promove o evento desde 2012, e para você se preparar para viver esse momento conosco, confira os vídeos das edições anteriores! Warm up!

Esperamos você. Participe!

 

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Constantemente nós compartilhamos aqui no BLOG da Mauá os depoimentos de alunos buscam experiências internacionais. E hoje não poderia ser diferente!

Gabriel Copolecchia Carvalhal está na 4.ª série de Engenharia de Produção e atualmente realiza um intercâmbio em Paris, França, por meio de uma parceria entre a Mauá e École Spéciale de Mécanique et d’Électricité Sudria – ESME.

Além de ampliar seus conhecimentos, Gabriel também aproveita a oportunidade para imergir na nova cultura, fazendo muito networking e aulas do idioma francês.

Confira, no vídeo, como está sendo a sua experiência!

 

 

Para mais informações, conte com o Departamento de Relações Internacionais da Mauá: relacoes-internacionais@maua.br

 

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Quem está gostando de nosso Especial Copa do Mundo Rússia 2018? 😀

 

Hoje o BLOG da Mauá traz um conteúdo enriquecedor da professora Dr.ª Ana Paula Scabello Mello, especialista em Ergonomia, para explicar a evolução dos uniformes, chuteiras e demais artigos confeccionados para essa modalidade esportiva. 😉

 

O que é ergonomia?

A ergonomia estuda a relação entre seres humanos e os demais elementos envolvidos na realização de suas atividades, com enfoque no bem-estar humano. É uma área de conhecimento caracterizada pela interdisciplinaridade, pois utiliza conhecimentos de diversas ciências para aprimorar a interação entre seres-humanos e sistemas.

A aplicação da ergonomia nos esportes é extensa e de grande importância para o aprimoramento do conforto, segurança e desempenho dos atletas. Ela abrange desde a preparação física ao desenvolvimento de equipamentos, vestuários e acessórios esportivos cada vez mais adaptados às necessidades humanas e às especificidades de cada modalidade esportiva. No futebol, é possível observar a evolução dos uniformes e chuteiras, e até mesmo a transformação do biótipo dos jogadores ao longo do tempo, em função da evolução nos conhecimentos em fisiologia e biomecânica do esporte, aplicados aos treinamentos.

 

Uniformes dos jogadores

Os antigos uniformes de futebol eram confeccionados com fibras naturais, como algodão ou lã, que acumulavam o suor. Hoje as camisas são feitas de tecidos sintéticos de alta respirabilidade e elasticidade, que permitem a rápida evaporação do suor e impedem a aderência ao corpo. Outras tecnologias são aplicadas para aprimorar o conforto, como o uso de tecidos com trama variável, mais aberta em regiões da camisa onde é necessário maior resfriamento do corpo, aumentando o fluxo de ar em áreas específicas.

Pesquisas a respeito das cores dos uniformes sugerem que o contraste com o verde dos gramados pode influenciar a percepção visual dos jogadores e, consequentemente, o desempenho das equipes. Uniformes claros e contrastantes com o gramado aumentam a visibilidade e favoreceriam equipes com esquema tático mais ofensivo no acerto de passes entre os atacantes. Já os uniformes escuros e menos contrastantes com o gramado, portanto mais camuflados, favoreceriam equipes defensivas na tomada de bola dos adversários nos contra-ataques[i].

 

Chuteiras

A evolução da ergonomia das chuteiras também é significativa. No século XIX, quando se introduziram as travas para melhorar a aderência, as chuteiras eram botas de couro com cano na altura dos tornozelos, reforço na região do polegar para suportar o impacto da bola e pesavam cerca de 1Kg. Ao longo do século XX, as chuteiras passaram por transformações de forma e materiais: uso de fibras sintéticas e polímeros, redução do cano, do peso e do tamanho das travas, uso de placas estabilizadoras, além de mudanças na posição da amarração para não interferir no contato com a bola. As estrelas da Copa do Mundo 2018 usarão chuteiras personalizadas, lançadas por tradicionais fabricantes e pesando em torno de 150g.

Que venham os gols!

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[i] Joris Olde Rikkert, Vincent De Haes, Annemiek D. Barsingerhorn, Thomas

Theelen & Marcel G.M. Olde Rikkert (2015) The colour of a football outfit affects visibility and team success, Journal of Sports Sciences, 33:20, 2166-2172, DOI: 10.1080/02640414.2015.1064156

 

 

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#CopadoMundo #Russia2018 #tecnologia #ergonomia #uniformes #chuteiras #vaiBrasil #eusouMaua #vaiMaua #orgulhodeserMaua

 

Quem está ansioso para o início da Copa? \o/

A Rússia sediará um dos desafios esportivos mais aguardados no mundo todo.

Para organizar um evento desse porte, é necessário ‘preparar o terreno’ e disponibilizar espaços a fim de receber o público e realizar as partidas: os famosos estádios ou arenas!

 

Primeiro: como escolher o local?

A construção de um estádio é de muita complexidade. A sua localização deve ser, de preferência, próxima às estações de metrô ou trem, facilitando a locomoção de multidões. Caso não seja possível/viável, deve-se analisar as vias próximas, considerando sua capacidade de absorver o aumento do tráfego (60 mil pessoas em média).

 

Você já parou para imaginar o trabalho que dá para construir esses espaços?

A engenharia está em constante evolução: a tecnologia para construir, bem como para projetar os estádios sofreu grandes mudanças.

As primeiras obras desse porte aconteceram no império romano com a construção do Coliseu: já naquela época eles eram preocupados com o tempo necessário para esvaziar o espaço – tema que ainda é desafiador na atualidade.

Para cumprir esse objetivo, o Coliseu precisava de grandes aberturas para comportar a locomoção de multidões. Para isso, era necessário ter grandes vãos, o que para a época era muito complexo – e foi resolvido utilizando os arcos.

Coliseu de Roma, Itália

Atualmente, para vencer os vãos de cobertura, pode-se usar concreto protendido ou até mesmo tensoestruturas – ambas as tecnologias são relativamente novas.

Além da evolução dos materiais para a construção do estádio, também aumentaram as preocupações com o conforto dos espectadores, que mudaram o seu comportamento e exigências ao longo do tempo. Com o uso dos computadores, essas análises passaram a ser mais precisas.

Torcida – década de 50

Torcida na atualidade

 

O Brasil é o País dos fanáticos por futebol! Mas como os países culturalmente diferentes fazem para que seus estádios não se transformem num ‘elefante branco’?

Nem todos os locais que recebem jogos da Copa do Mundo precisam de grandes estádios. O ideal seria construir estruturas que pudessem ser desmontadas ou reutilizadas de outro modo, evitando, posteriormente, a perda dos espaços e do dinheiro investido.

 

Estádios e a Construção Sustentável

O Catar (Copa de 2022) está planejando desenvolver estádios que possam, pós-Copa, transformar-se em moradias, shoppings ou áreas de lazer. Desse modo é possível reaproveitar o espaço e até mesmo recuperar um percentual do investimento por meio da venda de suas partes. 😉

 

#PARTIU, RÚSSIA!

Conheça os espaços que receberão o Brasil nos primeiros Jogos!

 

Arena Rostov (saiba mais)

Aqui começa a grande disputa!

Inaugurado em 2018, o espaço tem capacidade para 45 mil pessoas e sediará a partida de 17 de junho às 15h, contra a Suíça.

 

Estádio São Petersburgo (saiba mais)

Inaugurado em 2017, o espaço tem capacidade para 67 mil pessoas e sediará a partida de 22 de junho às 9h, contra a Costa Rica.

 

Estádio Spartak (saiba mais)

Inaugurado em 2014, o espaço tem capacidade para 45 mil pessoas e sediará a partida de 27 de junho às 15h, contra a Sérvia.

 

O texto que você acabou de ler foi desenvolvido com o conteúdo enriquecedor do Prof. Fábio Selleio Prado, especialista em Mecânica das Estruturas. Ele participou do projeto da Arena Corinthians, espaço utilizado na Copa do Mundo que aconteceu no Brasil em 2014. 🙂

“Participar de um projeto de estádio foi incrível. Algo que eu vou levar para sempre em minha vida. Eu trabalhei no projeto de estruturas de concreto e também fiz a análise dinâmica (esse trabalho tem o objetivo de dimensionar a estrutura para que ela não tenha nenhuma patologia ou problema de vibração excessiva).

Também tive a oportunidade de compor a equipe de pesquisa para a análise dinâmica experimental na Arena Corinthians no dia de sua inauguração, que tinha o objetivo de comparar os valores de vibração previstos em projeto com os valores encontrados já no estádio finalizado.”

 

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