Equipe Mauá Jr.

Você conhece a Mauá Jr.? 🙂

Uma das pioneiras no movimento, a Mauá Jr. é uma associação civil sem fins lucrativos que oferece consultoria nas áreas de Engenharia, Tecnologia da Informação e Design. A Empresa Júnior oferece oportunidade aos alunos da Mauá que desejam ingressar no mercado de trabalho e adquirir experiência em administração empresarial, além de realizarem projetos nas diversas áreas envolvidas, valores fundamentais para o desenvolvimento pessoal e profissional.

A entidade é formada exclusivamente por alunos da Mauá, com a orientação de um professor responsável pela integração com o Instituto Mauá de Tecnologia. Ela é administrada por uma Diretoria e por um Conselho Diretor, integrado por alunos mais experientes, o qual  auxilia a Diretoria na tomada de decisões. Há 7 áreas administrativas, cada uma com um diretor responsável: Comercial, Financeira, Gestão de Pessoas, Marketing, Projeto Social, Qualidade e Tecnologia da Informação. 😉

 

Ingressando na FEJESP

Após quatro anos de muito esforço e dedicação, em 2015 a Mauá Jr. conquistou um de seus mais importantes objetivos: ingressar novamente na Federação das Empresas Juniores do Estado de São Paulo – FEJESP, da qual foi uma das fundadoras, com outras 6 EJs do estado! 😀

A FEJESP foi fundada em 1990 para representar as Empresas Juniores do Estado de São Paulo, potencializando o Movimento Empresa Júnior Paulista (MEJ) e gerando um desenvolvimento colaborativo para a criação do caráter empreendedor nos membros das Empresas.

 

Step by step

A primeira etapa do processo foi a Análise Jurídica Fiscal, com coletas de documentos, a fim de garantir que a Mauá Jr. possua todas as certificações adequadas de Empresa Jr. Depois, ocorreu a AQUA – Avaliação de Qualidade, na qual a FEJESP levantou alguns dados a fim de obter um panorama geral da empresa e, com isso, compará-la às outras Empresas Juniores aspirantes à federação.

Passada a segunda fase, aconteceu a Mentoria: uma Empresa Júnior já federada – nesse caso, Empresa de Consultoria Jr. do Mackenzie (EJMC) -, auxiliou a empresa Júnior da Mauá a melhorar alguns pontos da equipe. Essa última etapa durou cerca de 2 meses e gerou muitas atividades, como reformular o CRM, iniciar a pesquisa de mercado, estruturar a pesquisa de clima destinada aos estagiários, iniciar a criação de indicadores e uma planilha integrada das informações do gerenciamento de projetos, entre outros.

Por fim, os membros da empresa Júnior da Mauá participaram da Reunião Ordinária, em 13 de dezembro de 2015, na qual anunciaram oficialmente o ingresso da Mauá Jr. como nova integrante da FEJESP! 😀

 

Quais são os benefícios da FEJESP para a Mauá Jr.?

Entre os principais benefícios, destacam-se as oportunidades de crescimento pessoal dos membros, por meio  de cursos e discussões que envolvem todo o movimento; além disso, seus integrantes terão contato direto com outras empresas juniores, promovendo a fácil troca de informações e impulsionando o crescimento da  ‘EJ’. 😉

 

A Mauá congratula todos os integrantes da Mauá Jr. por mais essa conquista! 😀

 

Dúvidas e informações: 4239-3180, ou por e-mail gp@mauajr.com | Visite o site | Acompanhe a Mauá Jr. no Facebook

 

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Você sabia que o Centro de Pesquisas do Instituto Mauá de Tecnologia, em parceria com a ThyssenKrupp® e IPDMAQ®, conta com um Laboratório de Comissionamento Virtual?

Objetivo

Devido à crescente necessidade da fabricação de produtos no menor tempo possível e com menores custos, os processos de manufatura e logística estão cada vez mais exigentes. Por meio da tecnologia de Comissionamento Virtual, o sistema de controle pode ser simulado em condições próximas às da realidade a fim de reduzir, principalmente, tempo e custos.

Inaugurado em 19 de setembro de 2012 no Campus de São Caetano do Sul, o Laboratório de Comissionamento Virtual foi desenvolvido para ser utilizado por alunos e engenheiros, a fim de formar profissionais especialistas, além de criar o ambiente ideal para desenvolver projetos inovadores em processos de automação para a indústria.

Aplicando o conhecimento

Neste mês,  a Mauá desenvolveu, com mais 20 empresas e entidades, o projeto de Manufatura Avançada “Fábrica do Futuro”, além de realizar toda a sua gestão. Ele foi apresentado pela primeira vez na Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos – FEIMEC 2016, em que, por meio de um QR-Code recebido no e-mail e lido pela tela de seu smartphone no início da linha de produção, os visitantes puderam assistir a detalhes do processo de fabricação automatizada de um acessório para escritório que une as funcionalidades de um porta-lápis e um porta-celular.

Mauá na FEIMEC 2016

 

O Laboratório de Comissionamento Virtual da Mauá está localizado no BLOCO R – Campus de São Caetano do Sul do Instituto Mauá de Tecnologia.

Esse é mais um diferencial da Mauá: aqui, você aprende na prática. 😉

Agende uma visita individual ou em grupo e conheça nossos Laboratórios!

 

Links Relacionados:

MBA em Gestão Estratégica de Operações e Serviços Industriais

Pós-Graduação em Engenharia de Processos com Ênfase em Projetos Industriais

Pós-Graduação em Engenharia de Automação e Controle Industrial

Você já ouviu falar em Open Source ou Código Aberto?

Esse termo vem ganhando cada vez mais destaque na atualidade e promete revolucionar o ramo de desenvolvimento, novas tecnologias e inovação. Para entender um pouco mais a aplicação do Open Source, o BLOG da Mauá conversou com dois ‘feras’ no assunto:

 

Anderson Harayashiki Moreira – professor da Mauá das disciplinas Algoritmos e Programação, Projetos e Atividades Especiais I, Projetos e Atividades Especiais II, Programação Orientada a Objetos e Banco de Dados, Desenvolvimento de Robôs para Competições I, Desenvolvimento de Robôs para Competição II e Inteligência Artificial em Controle e Automação. Graduado em Engenharia de Controle e Automação pelo Instituto Mauá de Tecnologia, ele é Mestre na área de Sistemas Aeroespaciais e Mecatrônica e atualmente está cursando doutorado na mesma área.

Com mais de 10 anos de experiência na área de construção de robôs, desenvolve projetos no ramo de sistemas microcontrolados e compõe a organização das competições nacionais de robótica Winter Challenge e Summer Challenge, ambos da RoboCore;

 

Ivan Seidel – possui duas empresas nas áreas de Educação e Publicidade. Participa de competições de robótica no Brasil e exterior, tem experiência em hardware e software e ama compartilhar conhecimento. Neste ano,  ele virá ao TEDx Mauá falar sobre Open Source e sobre como essa “Era da Tecnologia de Código Aberto” está revolucionando e acelerando o crescimento das corporações.

 

 

Afinal, o que é Open Source?

O professor Anderson contou ao BLOG da Mauá que “Open Source ou Código Aberto, em tradução livre, é um modelo de desenvolvimento que vem ganhando bastante espaço nos tempos atuais. Por meio dele, pessoas e / ou empresas divulgam e disponibilizam suas soluções para problemas de Design, softwares e produtos. Trata-se de um licenciamento livre, permitindo que outras pessoas consultem, analisem, alterem e façam contribuições ao conteúdo distribuído.”

 

“Todos enfrentamos problemas durante a execução de projetos, seja de um programa, vídeo, Design…”, afirma Ivan. “Acontece que esses problemas muitas vezes já foram resolvidos por outras pessoas, ou seja, muitos ficam ‘quebrando a cabeça’ numa mesma questão, repetidamente. Aplicar o Open Source, portanto, é mais do que disponibilizar um conteúdo resolvido em sites na internet. É permitir que esse conteúdo seja modificado e melhorado. Desse modo, você fará parte da  ‘comunidade‘ Open Source, contribuindo não só com a resolução de um problema, mas também com a melhoria da solução encontrada.”

 

Existem regras para o uso do Código Aberto?

“Normalmente as regras de utilização do código aberto são definidas por meio da licença que o proprietário do conteúdo deseja utilizar. Existem diversos tipos de licença: uma das  mais radicais, como a GPL (possui algumas obrigatoriedades que não permitem muita flexibilidade na sua utilização), e outras que possibilitam, por exemplo, criar um novo produto sem ter a obrigação de informar as modificações à comunidade”, contou-nos o professor Anderson.

 

Para Ivan, “Bom senso vem sempre em primeiro lugar. Depois dele, vem a licença, nome que se dá à forma como aquela criação pode ser usada, vendida ou divulgada.”

“Hoje existem diversas opções, como MIT License, Apache License, GNU License, Creative-Commons.

“Mas para quê ela serve? Basicamente, para proteger você e proteger sua criação. Essas licenças normalmente retiram 100% da responsabilidade do criador, além de definir limites, como o uso para fim comercial e pessoal. Podem, também, exigir que essas modificações sejam tornadas públicas, ou até mesmo impedir que a criação seja divulgada sem o nome do criador.  O site: http://choosealicense.com/ ajudar a escolher a melhor opção de acordo com o seu perfil”.

 

Segundo o professor Anderson, o lado positivo de se ter algo Open Source está em  permitir que pessoas do mundo inteiro colaborem com o seu projeto, sugerindo melhorias e alterações que podem fazer com que sua ideia auxilie cada vez mais pessoas, de maneira simples. “Eu gosto de pensar na seguinte pergunta: você acha melhor desenvolver algo sozinho ou ter o mundo inteiro contribuindo?

“Se, entretanto,  você não tiver escolhido uma boa licença, outras pessoas podem fazer uso indevido do seu projeto.”

 

Para Ivan, os fatores contra  são muitos: “Alguém pode copiar sua criação e começar a vendê-la, ou até mesmo modificar,  de uma forma que você não deseja,  e compartilhar. Pode, inclusive, fazer um projeto totalmente parecido com o seu e não mencionar seu nome. Mas ressalto mais uma vez: bom-senso deve vir em primeiro lugar, seguido da licença. É ser  “errado” fazer o que a licença explicitamente diz não poder.

O lado bom, porém,  ainda é mais relevante, pois você poderá ajudar pessoas do mundo inteiro, agilizar processos, aumentar a segurança, melhorar a estética, auxiliar a produtividade de pessoas e empresas com algo que elas teriam de  recriar para ter. Eu vejo isso como uma ciência informal: é uma forma vasta de produzir conteúdo intelectual para que outras pessoas aproveitem e criem coisas ainda melhores.”

 

Abaixo estão alguns exemplos de Open Source:

 

* App Inventor (software para desenvolvimento de app para Android);

* Scratch (software para ensinar programação para crianças);

* ALBATROSS (automação residencial feita com Arduíno e desenvolvida por ex-alunos da Mauá);

* Android;

* ArduPilot (um controlador de Drone Open Source);

* Prusa (impressora 3D);

* Músicas Open Source;

* Arduíno.

 

Projetos de Ivan Seidel:

* Segurador de Sacola;

* Músicas;

* Bibliotecas para Arduino;

* Inteligência artificial para jogo do dinossauro da Google.

 

Ivan falou sobre o tema no Campus Party Brasil 2016. Clique aqui para assistir a ele! 😉

 

Quer participar do TEDx Mauá 2016 em 11 de junho e saber mais sobre essas e outras ideias inovadoras? Clique aqui e inscreva-se agora mesmo! Vagas limitadas.

 

 

E você  o que acha do Open Source? Conte para gente: comente neste post. Não se esqueça de compartilhar com os amigos! 😉

 

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Uma das construções mais importantes da Engenharia Civil é a ponte, criada para interligar pontos inacessíveis e permitir a passagem de pessoas, automóveis, comboios, canalizações, entre outros.

Recentemente, um trecho de cerca de 20 metros da ciclovia Tim Maia, na Avenida Niemeyer, em São Conrado, Zona Sul do Rio, desabou pouco mais de três meses após sua inauguração, deixando dois mortos e dezenas de feridos. O motivo: falhas no projeto.

Professor Sander David Cardoso Junior, Engenheiro Civil, responsável pela disciplina “Pontes I”

Construir uma ponte é uma verdadeira obra de arte: é necessário avaliar todas as características do local a fim de definir a melhor opção a ser implantada, bem como executar o projeto dentro das normas e padrões de qualidade. O BLOG da Mauá conversou com o professor Sander David Cardoso Junior para esclarecer algumas dúvidas sobre o tema. 😉

 

BLOG DA MAUÁ: Quais são os tipos de pontes que existem?

Prof. Sander: “Existem diferentes tipos de pontes, que podem ser classificadas de acordo com seu sistema estrutural, como pontes em viga, treliça, arco, pênsil e estaiada. O sistema estrutural empregado é escolhido de acordo com o vão que se deseja vencer, materiais e técnicas disponíveis na região, além de quesitos arquitetônicos.”

Alguns exemplos de pontes com diferentes sistemas estruturais:

Exemplo de ponte em viga: Ponte Rio-Niterói, Brasil (1974)

Exemplo de ponte em treliça: Ponte Forth Rail, Escócia (1980)

Exemplo de ponte em arco suspensa por cabos: Ponte JK, Brasil (2002)

Exemplo de ponte pênsil: Ponte Golden Gate, EUA (1938)

Exemplo de ponte estaiada: Ponte Octávio Frias de Oliveira, Brasil (2008)

 

BLOG DA MAUÁ: Quais são os materiais mais utilizados e mais recomendados na construção de pontes?

Prof. Sander: “Na Antiguidade, as pontes eram feitas basicamente de madeira e pedras. A partir da revolução industrial, no século XIX, foram desenvolvidos sistemas estruturais em ferro fundido, posteriormente substituídos pelo aço.  Atualmente é utilizado,  além do aço, o concreto armado e protendido.”

 

BLOG DA MAUÁ: Como identificar se a ponte corre risco de desabamento?

Prof. Sander: “As pontes devem passar por vistorias periódicas anuais, quando um profissional qualificado deve observar anomalias em sua estrutura, indicando a necessidade de algum tipo de reparo ou até mesmo sua interdição. Em 2016, a norma técnica NBR 9452, que regulamenta os requisitos exigíveis para a inspeção de pontes no Brasil, passou por um importante processo de revisão.”

 

BLOG DA MAUÁ: Por que a ponte balança?

Prof. Sander: “Pontes são estruturas flexíveis sujeitas à ação de cargas dinâmicas, como a ação do vento e o tráfego de veículos. Por isso acabam apresentando algum nível de vibração.

Essa vibração deve respeitar limites aceitáveis: seu estudo é feito com a análise dinâmica de estruturas. O problema começou a ser estudado de forma mais minuciosa depois do colapso da ponte de Tacoma Narrows em 1940, que se rompeu poucos meses após sua inauguração, devido ao efeito dinâmico do vento em sua estrutura, associado à falta de rigidez transversal e rigidez à torção do tabuleiro.” Clique aqui e assista ao vídeo.

Ponte Tacoma Narrows, Washington – EUA

 

BLOG DA MAUÁ: Qual o período ideal para manutenção / recapeamento das pontes?

Prof. Sander: “Esse período varia muito de uma ponte para outra e é influenciado pelo tipo de estrutura, material empregado, intensidade de tráfego e condições ambientais. Por exemplo, um pavimento rígido é projetado para durar em média 25 anos, enquanto um pavimento flexível é projetado para durar cerca de 10 anos. A necessidade das manutenções de rotina deve ser prevista nas vistorias rotineiras, realizadas periodicamente em prazo não superior a um ano.”

 

Se você possui alguma dúvida ou curiosidade sobre pontes, comente neste post! Não se esqueça de compartilhar com os seus amigos! 😉

 Conheça o curso de Engenharia Civil da Mauá

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