Neste ano,  a gripe A / H1N1, composta por um tipo de vírus Influenza (responsável por causar a gripe), chegou mais cedo ao país e já atingiu centenas de pessoas, lotando os hospitais e prontos-socorros.

As vias de acesso do vírus são as narinas, boca e garganta. Os sintomas provocados pela doença são parecidos com os de uma gripe comum. Portanto ATENÇÃO aos detalhes a seguir!

O vírus da gripe A / H1N1 age rapidamente e pode levar ao óbito. Para detectá-lo, os pacientes devem ficar atentos a detalhes como falta de ar, fadiga e problemas respiratórios. Entre os sintomas mais comuns estão a queda de pressão e o desconforto para respirar.

 

O BLOG da Mauá traz hoje algumas dicas para você prevenir-se da doença:

- vacina -  algumas cidades estão antecipando a campanha de vacinação, que normalmente ocorre no período próximo ao inverno. Crianças a partir de 6 meses e adultos devem prevenir-se, portanto fique atento aos locais de vacinação;

- dieta saudável –  mantenha sua saúde e imunidade em alta! Aposte nos alimentos ricos em vitamina C, beba muita água e bebidas quentes (chá, infusões etc.). Não dê ao vírus chances de proliferar-se;

- higiene –  limpe suas mãos com o álcool em gel e lave-as frequentemente; evite tocar o rosto com as mãos; mantenha os ambientes limpos e arejados; use lenços descartáveis para espirrar ou tossir;

- resguardo –  se você já possui algum outro tipo de doença, devido à imunidade baixa, evite sair de casa;

- atendimento médico –  se você sentir os sintomas da gripe, procure imediatamente um médico.

 

Se você já está com a gripe A / H1N1: analgésicos são permitidos para amenizar os sintomas. Com prescrição médica, faça uso do antiviral específico, hidrate-se e repouse. Todos esses cuidados, principalmente nas primeiras 48 horas, são essenciais para reduzir a duração e agravamento da infecção causada pelo vírus.

 

Aluno / colaborador, saiba mais informações no Serviço Médico da Mauá >> 11 4239-3139.

 

Faça a sua parte e colabore para vencermos mais essa batalha! Previna-se!

 

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Evento acontecerá em São José dos Campos de 31 de março a 03 de abril.

 

O programa Baja SAE BRASIL é um desafio lançado aos estudantes de Engenharia que oferece a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, visando incrementar sua preparação para o mercado de trabalho. Ao participar, o aluno envolve-se com um caso real de desenvolvimento de um veículo off road, desde sua concepção, projeto detalhado, construção até os testes. E o mais estimulante é que as equipes vencedoras são convidadas a participar da competição internacional, nos Estados Unidos! ;)

São 4 dias de prova destinados à avaliação de desenvolvimento e desempenho do carro. O BLOG da Mauá conversou com o capitão da equipe Baja Mauá e aluno da 4.ª série do período diurno de Engenharia Mecânica, Victor Correa Alves. ;)

“No primeiro dia de competição, fatores de segurança do carro são analisados: se o motor está de acordo com as normas, se o veículo é seguro para o piloto e demais participantes etc. Nessa etapa há o risco de a equipe ser reprovada para as demais provas, portanto é importante tomar todos os cuidados necessários.

A partir do segundo dia, serão realizadas as provas que valerão pontos. A prova de apresentação, na qual os membros das equipes devem apresentar os projetos de seus carros aos jurados, consiste em 18% da pontuação final. Vencer a competição não depende somente do veículo, mas do projeto todo, incluindo sua proposta comercial. Nesse dia haverá também outras avaliações mais básicas, como conforto e frenagem.

No terceiro dia haverá provas dinâmicas, que equivalem a 25% da nota final, nas quais se avaliarão vários pontos do carro: velocidade, tração, aceleração, suspensão, entre outros.

No quarto e último dia acontece o enduro: são 4 horas de corrida que somarão 40% da nota final.

Como nos últimos anos, a Mauá será representada por dois veículos. Ambos protótipos totalmente novos, ‘batizados’ de acordo com o desenho de suas estruturas: a equipe 1 traz um desenho na parte traseira do carro, propício a um tipo de suspensão, e foi batizado de MLR (nome dado devido à suspensão multilink); já a equipe 2 conta com o STR (suspensão semi trailing).

Neste ano a equipe é quase totalmente formada por novos membros, portanto os dois veículos precisaram ser desenvolvidos praticamente do zero. Eu (Victor) desenvolvi o conceito, foquei no projeto e treinei a equipe para desenvolver os carros. Atualmente, somos 33 pessoas cadastradas no Baja Mauá (aproximadamente 10 trabalhando mais ativamente nos projetos).

Os alunos das primeiras séries possivelmente têm medo de ingressar no time por não possuírem uma base teórica para desenvolver o carro em um ano. Estou desenvolvendo um projeto que tem o objetivo de ministrar aulas de Baja para a galera interessada em fazer parte da equipe. Nós queremos dar oportunidade às pessoas sem experiência que possuem vontade de aprender.”

A equipe está cheia de novidades e evoluiu muito na parte de análise dos sistemas: “Tentamos trabalhar com o controle máximo das coisas, ou seja, tudo foi simulado e calculado para elevar o nível do projeto. Esperamos bons resultados na competição!”

 

A equipe dedicou-se muito e certamente colherá bons frutos. A Mauá está na torcida!  #vaivalerapena

 

Acompanhe o Facebook do Baja Mauá e confira as curiosidades semanais sobre os carros e a competição!

 

Avante Baja Mauá! :D

 

#BajaMaua #BajaSAEBrasil #offroad #vaiMaua #Mauanatorcida #orgulhodeserMaua

Água é fonte de vida. O que você faz para colaborar com o meio ambiente e preservar esse precioso recurso natural?

O planeta conta com somente 2,4% de água doce e o restante (97,6%) é proveniente das águas dos oceanos (impróprias para consumo). O quadro ainda é mais crítico: existe apenas 0,02% de água doce disponível nos rios que abastecem as cidades, com um detalhe perturbador – grande parte desse volume está poluído. :(

Poluição e uso impróprio são algumas das inúmeras preocupações vigentes sobre o destino da água e, consequentemente, de tudo e todos que dependam desse recurso. De acordo com a Organização das Nações Unidas – ONU, a previsão é que até 2050 quase a metade da população mundial (45%) não tenha o volume mínimo de água necessária (fonte: Brasil Escola).

 

Diante desse cenário preocupante, separamos algumas dicas para você usar a água com consciência e moderação:

. reutilize a água da máquina de lavar roupas para lavar ambientes externos, como o quintal;

. procure acumular o máximo de roupas que puder, a fim de lavá-las de uma só vez. Desse modo você evita o desperdício de água;

. procure os possíveis vazamentos em seu domicílio e conserte-os;

. ao escovar os dentes, feche a torneira. Você deixará de desperdiçar de 12 a 25 litros de água;

. ao dar a descarga, cuidado com o exagero, aperte somente o tempo necessário e evite o desperdício de até 20 litros de água por vez;

. ao lavar a louça, não deixe a torneira aberta o tempo todo. Você evita o desperdício de até 100 litros (100 LI-TROS) de água;

. vai lavar o carro? Saiba que se utilizar uma mangueira, em meia hora você consome aproximadamente 500 litros (!!!) de água. Lave com o balde;

. não faça da mangueira uma vassoura. Varra a sujeira com a vassoura e depois limpe com baldes de água, evitando o desperdício de até 250 litros;

. procure guardar a água da chuva para regar plantas e lavar os ambientes, lembrando que se deve tomar todos os cuidados necessários para não atrair mosquitos transmissores de doenças;

. ao tomar banho, reduza o tempo no chuveiro e feche-o ao se ensaboar;

. não jogue óleo de cozinha no ralo, pois com essa atitude você pode contaminar milhares de litros de água. Encaminhe-o para empresas que reutilizam esse componente como matéria prima.

 

Viu só o volume de água que você desperdiça com atitudes simples no dia a dia? Pratique-as! Cumpra o seu papel de cidadão e colabore. Os seus filhos, netos e futuras gerações agradecerão. ;)

 

 

#DiaMundialdaAgua #22demarco #usoconscientedaagua #agua #vaiMaua

É muito bom quando a nossa missão com os alunos é cumprida com êxito! :D

A Mauá trabalha para formar profissionais que buscam obter excelência no que fazem, contribuem para o desenvolvimento da sociedade, ampliam os campos de atuação e desenvolvem muita inovação e tecnologia, tanto no Brasil quanto no exterior.

O BLOG da Mauá traz hoje um depoimento de Flavio Chuahy, ex-aluno do curso de Engenharia Mecânica da Mauá, que atualmente se dedica à  construção de sua carreira em Engenharia Avançada por meio de um Doutorado nos Estados Unidos.

Inspire-se!

“Fui aluno de Engenharia Mecânica na Mauá de 2007 a 2011. Ao ingressar na Mauá,    ganhei bolsa integral válida por um ano, pois fui o candidato com a melhor classificação no vestibular.

“A minha carreira sempre foi na área de Motores de Combustão Interna: na 4.ª série da Engenharia,  iniciei um estágio na área de Combustão na MWM International. No ano seguinte,  fui convidado a trabalhar na mesma área em outra empresa, a Cummins, mas já como funcionário efetivo, mesmo estando a um ano de minha formatura.

Engine Research Center (ERC)

“Sempre gostei de pesquisa fundamental, uma coisa escassa no Brasil. Após me formar em dezembro de 2011,  comecei a procurar oportunidades de trabalho fora do País, mas ainda não tinha a intenção de cursar  Pós-Graduação, apenas trabalhar com Engenharia avançada.

“Consegui que uma empresa, subsidiária da Caterpillar (Electro Motive Diesel),  financiasse meu visto de trabalho para os Estados Unidos (dica: fiz esse contato numa feira ferroviária em São Paulo, uma maneira fácil de ampliar o networking com as pessoas de fora, que podem ajudar você a conseguir uma entrevista. A área de combustão de motores é muito específica e pessoas com experiência são sempre muito requisitadas). Trabalhei dois anos na área de fluido, dinâmica computacional para desenvolvimento de sistemas de admissão, escape e sistema de pós         –tratamento para emissões.

“A experiência de trabalhar numa área avançada de Engenharia nos EUA abriu a minha visão para as possibilidades, além da validade de se fazer um Mestrado. Comecei, portanto, a fazer o meu curso no Illinois Institute of Technology e, como parte da minha pesquisa,  participei de um projeto de análise da influência da turbulência na progressão das reações químicas de combustão,  em parceria com o Argonne National Laboratories, um dos maiores laboratórios de pesquisa dos EUA.”

“Após dois anos exercendo o meu cargo profissional, notei que a empresa não era suficientemente agressiva na parte de progressão de carreira. Para continuar nos EUA, resolvi deixar o trabalho e o Mestrado a fim de me dedicar a programas de Doutorado das melhores escolas na área de Combustão.

“Minha principal escolha (onde estou agora, inclusive) foi a University of Wisconsin – Madison. Entre as melhores escolas de Engenharia Mecânica do mundo, a UW destaca-se pela presença do Engine Research Center, um dos maiores (se não, o maior) laboratório universitário de motores do mundo. Extremamente prestigiado no ramo, o laboratório é comandado pelo Dr. Rolf Reitz, importante nome na área de combustão computacional, conhecido e reverenciado em todo o mundo.

“O processo de aplicação para o Doutorado é muito parecido para todas as escolas: deve-se fazer o GRE e o TOEFL, sendo o primeiro de matemática, lógica, escrita e interpretação de texto, e o segundo um teste de proficiência em inglês. Além disso, são necessárias duas ou três cartas de recomendação, tradução de todos seus históricos escolares e o principal, na minha opinião, statement of purpose: as escolas querem saber quais são os seus objetivos em fazer uma Pós-Graduação, principalmente Doutorado, e para conseguir o financiamento você deve ter uma visão extremamente clara do que espera extrair da experiência.

“As cartas de recomendação dos ilustres professores da Mauá, Otavio de Mattos Silvares e Roberto Peixoto, foram fundamentais para me aceitarem no  programa. Infelizmente o Prof. Silvares faleceu antes que eu pudesse dar-lhe essa notícia, porém serei sempre extremamente grato por toda a sua ajuda.

“Fui aceito no programa de Doutorado para trabalhar no Engine Research Center (ERC), em setembro de 2014, 100% financiado pela Office of Naval Research, parte da Marinha Americana que financia projetos avançados de pesquisa. .

“Os programas de Mestrado e Doutorado aqui normalmente admitem alunos com base na disponibilidade de fundos para financiar seus estudos: sabendo que seria muito oneroso para o estudante pagar quase 50 mil dólares por ano a fim de obter um diploma, normalmente são aceitos apenas 1 ou 2 alunos por ano para PhD. Hoje sou financiado 100% e recebo um salário para cobrir os gastos de custo de vida.

“Meu advisor, Dr. Sage Kokjohn, convidou-me para fazer parte de um projeto da Marinha Americana, no qual estamos utilizando um processo de reforma a vapor ou de oxidação parcial do combustível do navio, que seria Diesel, para gerar uma fração de Hidrogênio e Monóxido de Carbono e , com a combinação do Diesel + Syngas (Hidrogênio + Monóxido de Carbono), é possível operar um motor num modo de combustão avançada chamado RCCI. Esse motor é, desenvolvido no próprio ERC desde a década passada. Sua  eficiência é potencialmente maior do que a operação convencional, fazendo com que a geração de energia auxiliar nos navios da Marinha seja mais eficiente. Basicamente, consiste em usar a água do mar para decompor o Diesel em dois componentes de reatividades diferentes e usá-los para controlar o processo de combustão com mais precisão, a fim de ganhar eficiência. O entendimento mais fundamental da combustão do hidrogênio e monóxido de carbono é mais um dos objetivos do projeto, e que pode ser estendido para muitas outras aplicações.

“Em maio de 2015, tive a minha primeira publicação internacional como autor primário na conferência ILASS (Institute for Liquid Atomization and Spray Systems), além de ser coautor em mais duas publicações.

“Minhas recomendações para os alunos da Mauá que querem trabalhar com Engenharia: não se limitem ao Brasil, pois existem muitas oportunidades fora do País. Nos Estados Unidos, por exemplo, existem inúmeras oportunidades para engenheiros com PhD, em áreas de pesquisa avançada na indústria, laboratórios nacionais ou mesmo na área acadêmica. Não é necessário querer seguir a área acadêmica para fazê-lo.

“Por fim, para trabalhar no ramo de Engenharia Avançada, o conhecimento que você adquire numa Pós-Graduação torna-se pré-requisito: o Mestrado e Doutorado vão habilitá-lo a quebrar as barreiras do conhecimento. São anos nos quais você aprenderá inúmeras coisas novas.”

Para saber mais sobre a pesquisa do Flavio, clique aqui. ;)

 

A distância entre o sonho e a realidade chama-se ATITUDE. E isso o nosso ex-aluno provou que tem de sobra! Parabéns,  Flavio! :D

 

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