Daniel Hwang, aluno da 4.ª série de Engenharia Mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia escolheu fazer intercâmbio pelo Ciência sem Fronteiras na Coréia do Sul, um país cujo fuso horário tem 12 horas de diferença em relação ao do Brasil.

O seu destino não foi por acaso, Daniel é filho de coreanos e a ideia inicial era conhecer a sua própria cultura. Mesmo já sabendo a língua do país, ele afirma que foi difícil a adaptação: “foi a primeira vez que viajei sozinho e estava em um país completamente diferente da minha realidade”.

Ele enfrentou esse desafio e não se arrependeu. Encontrou em Seoul, capital da Coréia do Sul, uma cidade organizada, em que tudo funciona (polícia, transporte e centros médicos) e onde os estrangeiros não se sentem perdidos. Em todas as placas da cidade há a tradução para o inglês, herança da Copa do Mundo de 2002. Além da infraestrutura, encontrou nos coreanos uma receptividade calorosa: “coreano adora brasileiro. Se você estiver disposto a se abrir para a cultura coreana, os coreanos estarão dispostos a se abrirem com você. Vai sentir muitas pessoas próximas, curiosas com a sua cultura e fará amigos”.

Daniel conta que, na Hanyang University, onde fez o intercâmbio, o contato com as empresas coreanas é muito frequente e com o apoio da embaixada do Brasil na Coréia, foram promovidos vários workshops para os intercambistas, que puderam ter contato com empresas que atuam também no Brasil como Hyundai, Posco, Samsung, LG, KIA entre outras.  Nesses workshops as empresas mostraram o que buscam nos estagiários brasileiros.

O intercâmbio de Daniel foi de agosto de 2012 a agosto de 2013, quando retornou ao Brasil e à Mauá. Depois de quatro semanas, apenas, ele já havia conseguido um estágio na Atlas Copco Brasil.

Confira o depoimento do Daniel e conheça mais sobre a oportunidade de fazer intercâmbio em um país tão diferente como a Coréia do Sul.

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