Quando em 1906, Santos Dumont voou pela primeira vez a bordo do primeiro avião impulsionado por um motor a gasolina, o “Oiseau de Proie”, iniciou-se uma paixão no mundo: a aviação. Desde então, apaixonados do mundo inteiro estudam, trabalham, divertem-se e divulgam essa atividade.

Entre os futuros engenheiros, essa paixão não é novidade e na Mauá ela começou a ser praticada em 2000, um ano após o primeiro SAE Brasil AeroDesign, organizado pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade, que realiza competições de Engenharia desde 1986 nos Estados Unidos, trazendo edições para o Brasil em 1999.

A primeira equipe de AeroDesign da Mauá foi organizada pelo Engenheiro Mestre em Mecânica e Professor do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, Joseph Saab, que atualmente também orienta a atividade.

A equipe

Essa atividade extracurricular é desenvolvida por alunos de Engenharia com o objetivo de participar da competição SAE Brasil AeroDesign, nas categorias “Classe Regular” e “Classe Micro”.

A equipe da Mauá, que atualmente conta com 15 alunos, organiza-se em seis frentes de trabalho: aerodinâmica, estabilidade e controle, desempenho, cargas e estruturas, projeto elétrico e plantas. Cada grupo é responsável pelas pesquisas e desenvolvimento de uma parte do projeto final do modelo da aeronave rádio controlada que competirá no evento.

Como todo ano a competição divulga um regulamento diferente do anterior, a equipe desenvolve um projeto novo a cada início de ano e o planejamento divide-se em duas fases. Durante, aproximadamente, os primeiros seis meses eles desenvolvem as pesquisas, cálculos e o projeto da aeronave e, nos meses seguintes, constroem o modelo, colocando a teoria em prática. Todas as atividades são registradas e inseridas no relatório do projeto, que deve ser entregue para a banca de juízes da SAE Brasil AeroDesign.

Para que isso tudo aconteça, os integrantes são organizados pelo capitão da equipe e orientados pelo Prof.º Joseph Saab. Apesar da orientação que recebem todos os sábados na reunião semanal, o professor não pode oferecer nenhuma solução de Engenharia, apenas solucionar dúvidas teóricas. Isso acontece por respeito ao regulamento da competição que não aceita a participação de especialistas, deixando o controle do projeto apenas nas mãos dos alunos participantes.

Por esse motivo, quem participa da equipe de AeroDesign da Mauá tem que estar preparado para encontrar as respostas para os problemas. “A atividade é intensa e requer bastante tempo de quem participa, mas a satisfação de aprender sobre uma área completamente nova para nós e participar ativamente de todas as fases do projeto vale muito a pena”, afirma o atual capitão e aluno da 3.ª série de Engenharia da Mauá, Luiz Tibério.

Equipe AeroDesign Mauá

Obelix, Asterix e Ideiafix

Para a competição, a equipe AeroDesign Mauá divide-se em três, que recebem nomes interessantes, homenageando a série de histórias em quadrinhos de Uderzo e Goscinny: “Asterix”, em que os gauleses adquirem uma grande força ao beberem as poções mágicas do Druida, referência às grandes cargas que são carregadas pelas aeronaves.

Obelix e Asterix são as equipes que competem na Classe Regular e a Ideiafix compete na Classe Micro.

A competição

Composta pelas categorias Regular, Aberta e Micro, a competição SAE Brasil AeroDesign oferece a oportunidade aos alunos de todas as Engenharias de criarem diferentes modelos de aeronaves.

De acordo com o site da competição:

De maneira geral, a Categoria Regular possui mais restrições, enquanto as categorias Aberta e Micro dão mais liberdade de projeto às equipes. As avaliações e classificação das equipes são realizadas em duas etapas: Competição de Projeto e Competição de Voo, nas quais os projetos são avaliados comparativamente por engenheiros da indústria aeronáutica, com base na concepção e desempenho das aeronaves.

A comissão avaliadora da SAE Brasil AeroDesign é formada por engenheiros da EMBRAER (Empresa Brasileira de Aeronáutica) voluntários, ou seja, todos estão lá pela paixão em aeromodelismo. Segundo o capitão da equipe de AeroDesign da Mauá, Luiz Tibério, a maioria dos juízes participou das equipes de AeroDesign de suas respectivas instituições de ensino e por isso, são entusiastas pelos projetos dos alunos.

Durante a competição, as equipes conseguem esclarecer dúvidas e ouvir conselhos dos engenheiros participantes, o que contribui para a formação do aluno e para o projeto do ano seguinte.

Como participar?

Caso você seja um apaixonado pelo mundo da aviação e tenha interesse em fazer parte da atividade AeroDesign Mauá, entre em contato com os participantes, que cumprem carga horária de trabalho todos os dias, no período da tarde, na sala C-02.

Há também um e-mail de contato direto com o orientador do projeto, Prof.º Joseph Saab: aerodesign@maua.br

A ansiedade diante da primeira prova a ser realizada na Mauá é algo comum para quem está na primeira série da graduação, mas com o passar do tempo os alunos acostumam-se com o ritmo das aulas e das atividades propostas pelos professores.

Acostumados com o esquema de aulas e provas do Ensino Médio, alguns calouros não dão a devida importância para o conteúdo que será cobrado e deixam para se preocupar somente nas vésperas das provas.

O que todo aluno deve saber é que o importante é estudar para aprender e não somente para ir bem nas provas, pois quando o aluno empenha-se o ano inteiro para aprender ao máximo, sem deixar dúvidas pelo meio do caminho, ele estará preparado para todas as provas, sem passar por ansiedade ou desespero.

Para ajudar, separamos 5 dicas para o calouro não deixar o aprendizado para a última hora.

1 – ORGANIZAÇÃO DOS ESTUDOS

Sem organização você não chega a lugar algum. Faça um plano de estudos, separando tempo definido para todas as matérias e cumpra o estabelecido. Aprender só depende de você, então deixe de adiar o início dos estudos e leve o ritmo das suas disciplinas a sério!

2 – BUSQUE INFORMAÇÕES EXTRAS

O professor tem a função de ensinar, passar a matéria proposta e esclarecer as dúvidas dos alunos. Contudo, não espere um conteúdo “mastigado”! Uma das funções do professor é fazer você pensar. Estude o material disponibilizado pela disciplina, inclusive a bibliografia extra.

Às vezes um autor ou professor não fala exatamente de um jeito que você entenda. Busque outros autores e outros professores! A Mauá tem professores que ensinam a mesma disciplina para diferentes turmas. Vá em busca deles! A biblioteca disponibiliza uma gama de livros. Ache o que você entenda melhor! Na internet também é possível encontrar conteúdo complementar, procure sites confiáveis e confirme o “achado” com o professor. Há muitas maneiras de obter conhecimento, ache a sua.

3 – FAÇA EXERCÍCIOS

Um atleta precisa treinar muito antes da competição, certo? Assim, não é a toa que os professores costumam passar listas de exercícios. Resolver exercícios é o seu treino! Faça todos que encontrar pela frente e não só os que os professores passam, mas os de provas anteriores e de livros da disciplina. Separe os que deixaram dúvidas para esclarecê-las com o professor e refaça-os. A famosa frase: “o treino leva a perfeição” nunca esteve tão certa!

4 – NÃO TENHA VERGONHA DE PERGUNTAR

Ficou com dúvida durante a aula ou não entendeu a explicação do professor para algum conceito ou exercício? Pergunte! Você está no ensino superior para aprender e se não for agora, quando será? Não tenha vergonha. Todas as dúvidas são válidas e é quase certeza de que mais alguém da sala está com a mesma. Ainda não entendeu? Espere até o final da aula e questione o professor particularmente. Tentou nos exercícios e não entendeu? Procure os atendimentos dos professores, marque um horário com um professor ou monitor. Com certeza alguém vai conseguir ajuda-lo. Não desista!

5 – VIVA FORA DA MAUÁ

Não há dúvida de que você deve estudar muito, mas não pense só nisso! Se você não separar um tempo para passear e pensar em outras atividades, vai se sobrecarregar e não absorverá mais nenhum aprendizado. Leve tudo com moderação e mantenha o foco!

 “O único lugar aonde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.” – Albert Einstein

Luis Gustavo Boacnin Martins e Jessica Ferrari da Silva

No curso de Design da Mauá, os alunos têm contato com concursos e desafios de empresas para aplicarem seus conhecimentos em projetos reais. Além da experiência que os alunos adquirem, a participação nesses eventos contribui para que eles criem um portfólio e realizem networking.

Seguindo essa ideia, já no começo de março, dois alunos da Mauá estiveram na premiação do 4.º Prêmio Casas Bahia, em que conquistaram os lugares mais altos do pódio.

4.º Prêmio Casas Bahia

Com o tema “Desenhando a nova cozinha popular brasileira”, o concurso pretendeu trazer ideias e opções de móveis direcionados para o público alvo da Casas Bahia, disponibilizando as novas tendências do Design para a Classe C, com uma linguagem sofisticada.

Um dos objetivos também foi levantar a discussão para o uso consciente de matérias primas e acabamentos inusitados.

Destinado a todos os alunos de Design e Design de Produto, o concurso foi uma parceria entre a Casas Bahia e o Instituto Mauá de Tecnologia e a Faculdade Oswaldo Cruz.

Os três melhores projetos tiveram um protótipo produzido em escala real, exposto no dia da premiação (que ocorreu dia 12/03) e receberam os seguintes prêmios: 1 iMac da Apple (1.º lugar), 1 MacBook Air da Apple (2.º lugar) e 1 iPad da Apple (3.º lugar).

Os vencedores

Luis Gustavo Boacnin Martins, formando do curso de Design da Mauá, obteve o 1.º lugar no 4.º Prêmio Casas Bahia, com o seu projeto “Madura”, cujo conceito explica a prioridade nas características da “nova classe média”, possibilitando um livre manejo de suas peças, adaptáveis à cozinha de cada um. Utilizando a madeira em seu estado natural, a intenção foi explorar suas texturas, que nunca se repetem. Os módulos dos móveis foram projetados para ocupar o menor espaço possível, quando estiverem em uso. Por isso, possuem portas de correr, que quando fechadas, formam um painel artístico plano, podendo ser remanejado por seus usuários.

Na cozinha projetada por Luis Gustavo, a coordenadora do curso de Design da Mauá, Prof.ª Claudia Facca, parabeniza o 1.º lugar.

Em 2.º lugar ficou a aluna da 2.ª série Jessica Ferrari da Silva, com o projeto “Per una vita bella“, que priorizou a necessidade do público alvo. O diferencial da cozinha da Jéssica, criada com conceito moderno e um toque de requinte, são as prateleiras rotacionais, não deixando de lado nenhum canto do móvel, além de prateleiras dos armários superiores serem ajustáveis à altura do usuário.

Em 2.º lugar no Prêmio Casas Bahia, Jessica Ferrari da Silva responde à entrevista sobre o seu projeto.

Confira a entrevista que fizemos com os dois alunos:

Como começou a sua participação no Prêmio Casas Bahia?

Luis Gustavo Boacnin Martins – Fiquei sabendo do concurso por meio de um cartaz no mural da Mauá, já durante a etapa final do meu Trabalho de Conclusão de Curso.

Jessica Ferrari da Silva – O concurso foi apresentado na matéria de Oficina de Criação II, com a opção de participar ou não, escolhi tentar, pois já havia feito técnico em design de interiores e apesar de estar na primeira série de Design, achei que poderia obter uma classificação significativa. Com a orientação do professor Marcos Batista, criei o meu projeto desde a pesquisa até as pranchas finais.

Como foi a busca por referências até chegar ao projeto final?

Luis Gustavo Boacnin Martins – Como ponto de partida, pesquisei a cozinha do brasileiro, desde as tarefas do cotidiano, necessidades, espaço, organização, cores e, até texturas. Esses aspectos foram essenciais para o desenvolvimento do conceito.

Jessica Ferrari da Silva – Foi um desafio, pois os móveis da classe A são muito extravagantes e levam materiais que poderiam encarecer o projeto. Fiz minha pesquisa visitando cozinhas populares, indo até lojas de moveis destinadas tanto para classes C e D quanto para classe A. Observei pessoas no dia a dia na cozinha e quais as dificuldades que elas tinham em relação aos móveis.

Qual é a ideia por trás do seu projeto?

Luis Gustavo Boacnin Martins – A liberdade de escolha do usuário em relação à disposição de sua cozinha e o design como elemento acessível a todas as classes foram as ideias norteadoras da cozinha “Madura”. A cozinha modular possibilita diferentes configurações e o melhor aproveitamento do espaço, podendo ser utilizada em cozinhas de diversos tamanhos. Explorei a ideia de “brasilidade” na simplicidade das formas, cores e texturas dos materiais.

Jessica Ferrari da Silva – A ideia do meu projeto foi seguir o “padrão Bartira”, adicionando coisas que eu observei serem essenciais para a cozinha de uma família. Por exemplo, qualquer pessoa gostaria de poder guardar as panelas dentro do móvel da cozinha sem precisar empilhar tudo e foi exatamente esse o meu foco, na ergonomia do móvel. Independentemente de ser para qualquer tipo de classe social, eu queria que fosse diferente de qualquer outro móvel que a Bartira já tivesse fabricado, tanto no seu acabamento quanto em sua funcionalidade para o usuário.

Vocês acham que as novas tendências do Design devem estar disponíveis para todas as classes sociais?

Luis Gustavo Boacnin Martins – Sim. Acredito que o Design, atualmente, pode ser feito para todos, por meio da essência de sua função, da escolha de materiais e técnicas de produção. O conceito de “Design para todos” direcionou a ideia principal do meu projeto.

Jessica Ferrari da Silva – O Design está presente em quase tudo o que temos hoje e quando as pessoas falam que tal objeto foi feito por um “designer x”, a peça adquire um valor muito alto, afastando as pessoas que acreditam que aquele produto não foi feito para a classe social dela. Até que a palavra “design” se torne algo mais popular e acessível a todos, acredito que essas novas tendências terão muito chão para atingir todas as classes sociais igualmente.

Como foi a participação neste prêmio? O que acrescentou para a sua formação e para a sua carreira?

Luis Gustavo Boacnin Martins – Foi muito gratificante e muita emoção ser premiado, principalmente na última série do curso, ainda mais por uma empresa de visibilidade no mercado e que acredita na inovação e dá credibilidade aos novos profissionais. Conquistar um prêmio em primeiro lugar foi motivação para o início da minha carreira. Estou muito feliz com o resultado desse concurso e também por saber que recebi uma excelente formação no Instituto Mauá de Tecnologia.

Jessica Ferrari da Silva – Esse foi meu primeiro concurso, nunca havia participado de nada parecido. Penso que para a primeira participação me sai muito bem, melhor do que esperava! Acrescentou muito na minha formação e, claro, para minha carreira, pois poderei colocar no meu currículo que logo na primeira série do curso eu conquistei o 2.º lugar em um concurso!

 

Confira as fotos da entrega dos prêmios: http://goo.gl/glcUk8

O conceito de empresa júnior chegou ao Brasil no final da década de 80 e em 1990 foi fundada a Mauá Jr., uma das primeiras no País. Começou com três amigos que queriam adquirir experiências além das proporcionadas em sala de aula e, ao mesmo tempo, queriam colocar em prática a vontade de empreender. Com o tempo, uniram-se a outros alunos com os mesmos objetivos e criaram a Mauá Jr., empresa júnior administrada por alunos do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia.

A Mauá Jr. é uma associação civil sem fins lucrativos que funciona independentemente do Centro Universitário, porém conta com o apoio da Instituição no que diz respeito à infraestrutura, espaço físico, suporte dos professores e laboratórios para desenvolvimento dos projetos.

Atualmente, é composta por sete departamentos: Marketing, Projetos, Projetos Sociais, Financeiro, Tecnologia da Informação (TI), Qualidade e Gestão de Pessoas. E conta com a atuação de 30 alunos, organizados hierarquicamente: trainee, membro, gerente, diretor, conselho, presidente e vice-presidente do conselho.

Cada departamento da Mauá Jr. tem a sua função definida e é responsável pelos trabalhos que envolvem a área:

Marketing: acompanha todos os projetos fazendo o trabalho de divulgação, design e ações digitais, além do trabalho de comunicação interna e externa da própria Mauá Jr., assim como organizando todos os eventos relacionados à empresa.

Projetos: responsável pela logística e gerenciamento dos projetos, desde a sua viabilidade até todos os processos necessários para a sua conclusão.

Projetos Sociais: sendo um diferencial da Mauá Jr., é um departamento específico para promover as ações sociais da associação.

Financeiro: encarregado das questões jurídicas e administrativas da Mauá Jr.

Tecnologia da Informação – cuida da infraestrutura de equipamentos e softwares necessários para um projeto e para a própria associação.

Qualidade: responsável por aplicar os procedimentos necessários para cada projeto, levando em consideração o 5S, sistema organizacional adotado pela Mauá Jr.

Gestão de Pessoas – promove integração e capacitação dos membros da associação, além de organizar o processo seletivo.

CAPTAÇÃO DE PROJETOS

As áreas de atuação da Mauá Jr. são Administração, Engenharia de Alimentos, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção e Engenharia Química, além de Tecnologia da Informação. Segundo o seu presidente, o aluno Luiz Henrique Leite, o foco da Mauá Jr. é atender as micro e pequenas empresas, uma vez que, geralmente, cobra-se um valor abaixo do praticado no mercado. Apesar disso, ele conta que já atenderam clientes grandes, como por exemplo, a Coca-Cola.

Os projetos dos clientes chegam para a Mauá Jr. via e-mail, pelas redes sociais e por indicação de professores e alunos. Apesar de receberem muitos projetos, nem todos são aprovados, por uma questão de viabilidade, explica Luiz Henrique: “nós temos uma planilha de viabilidade de projetos e se alguma variável aponta que é inviável, repassamos a resposta para o cliente, indicando outra empresa e até mesmo o Centro de Pesquisas da Mauá”.

Após ser aprovado, o projeto é direcionado para os departamentos responsáveis e é escolhido um gerente para cuidar especificamente dele, que fica como responsável pelo andamento dos trabalhos.

O gerente reporta-se ao diretor do departamento, que é cobrado pelo conselho da Mauá Jr., em reuniões semanais. Esse conselho é formado por membros da Mauá Jr., que, em caso de dúvida, podem procurar os mentores, que são ex-alunos que participaram da empresa anteriormente.

COMO PARTICIPAR

Para tornar-se um membro da Mauá Jr. o aluno (Administração, Design ou Engenharia), deve participar do processo seletivo da empresa, que acontece no início de cada ano. Após a aprovação, o primeiro cargo é o de trainee, no qual ele vai aprender como funciona a empresa. Logo em seguida, o aluno passa a ser um membro de fato, ficando disponível para gerenciar um projeto quando for escolhido pelos diretores. Com o tempo, o próximo passo é chegar a diretor de área. Todos os cargos, assim como os do conselho, são decididos em votação aberta.

Além dessa hierarquia, os alunos também podem participar de outras duas formas: como estagiário – geralmente alunos da 3ª, 4ª ou 5ª série, remunerado e contando horas de estágio pela Mauá – e como voluntário nos projetos sociais.

DIFERENCIAL EM UM EMPRESÁRIO JÚNIOR

Como um membro da Mauá Jr. o aluno terá que cumprir 4 horas semanais na sede da empresa e realizar as tarefas designadas. O trabalho na Mauá Jr. é voluntário, ou seja, nenhum dos membros recebe salário ou remuneração.

Contudo, o aluno participante da empresa júnior adquire uma experiência inestimável para o currículo e para a vida profissional. “No mercado de trabalho, quem participa de uma empresa júnior está em vantagem num processo seletivo. Por exemplo, 40% dos estagiários do Itaú são de empresas júniores. As empresas olham com mais atenção para esse candidato, porque ele já obteve experiência por ter trabalhado com projetos, tem noção de liderança e visão de mercado”, afirma Luiz Henrique.

Como a Mauá Jr. é uma organização sem fins lucrativos, os lucros são investidos na capacitação da equipe com treinamentos e cursos em diversas áreas. Além dessa capacitação, o dia a dia dos projetos fornece oportunidades de networking e conhecimentos, na prática, do mercado de trabalho.

 

MAUÁ JR.

www.mauajr.com.br

(11) 4239 3180

Horário de Funcionamento: 8:00 às 18:00 – Seg. à Sex.
Praça Mauá 01, Sala H207