O termo “startup”, usado anteriormente com o significado de colocar uma empresa em operação, nos últimos anos passou a significar também “a união de um grupo de empreendedores à procura de um modelo de negócio que permita resultados econômicos, e que se encontra num cenário de incerteza”, segundo o Professor David Penof, da Mauá.

Há quem aceite o termo para qualquer pequena empresa em sua fase inicial, como há quem acredite que startup é somente aquela empresa que começa com custos muito baixos e que gera lucro muito rapidamente.

Contudo, a ideia mais disseminada pelo mercado é a de que uma startup é formada por um grupo de empresários que busca um modelo de negócio diferente do que as grandes empresas oferecem, com custos baixos e trabalhando em clima de incerteza.

E por qual motivo uma startup é tão aceita e incentivada atualmente? Por ser empresa nova e com ar de amadorismo, seus preços são mais baixos que os da concorrência já consolidada e, em contrapartida, o seu esforço para entregar um bom trabalho é muito maior. O Professor Penof explica que “as empresas novas são aquelas que propiciam geração de emprego e renda no mundo moderno. As grandes corporações estão, cada vez mais, diminuindo de tamanho e repassando suas atividades para negócios menores de custo muito inferior. A competitividade está diretamente ligada ao tamanho, velocidade, flexibilidade e custos das empresas. As startups têm custos muito atraentes, pois geralmente são pequenas e realizando um grande esforço de permanência no mercado”.

Apesar da grande quantidade de startups surgindo no mercado, muitas trazem propostas diferentes e atendem a um nicho do mercado, atingindo sucesso financeiro e se tornando grandes empresas.

Dessa forma, o mercado de investimentos e os famosos “investidores-anjo” estão atentos a novas oportunidades para apostar em uma pequena empresa e lucrar junto. Por isso, o atual momento é o melhor para tirar sua ideia da cabeça e colocar em prática.

Antes de abrir uma empresa de fato, é importante começar elaborando um plano de negócios. “Você precisa pensar no negócio, avaliar o mercado e decidir de que forma irá operar e essas informações estão todas num plano de negócios”, afirma o Professor Penof.

Com os seus objetivos definidos é hora de buscar investimento e abrir as portas. Não que você precise ter um local físico, pois muitas startups iniciam suas atividades na internet devido ao baixo custo de investimento.

Para quem já está estudando, abrir uma startup é uma ótima experiência para testar teorias e adquirir conhecimento. Ainda de acordo com o Professor Penof, “por pensar como empresário, a pessoa amadurece e começa a ver a carreira profissional de forma diferenciada. Muitos acham que abrir uma empresa é simples e não requer prática, tampouco habilidade, o que é um grande equívoco e acaba por encerrar muitas portas antes mesmo da percepção de sucesso da pequena empresa. Quando pensamos na inserção de uma empresa no mercado, começamos a ver as dificuldades e os diversos cenários do ambiente externo à academia”. Sem contar que ao superar as dificuldades, criamos confiança no tato como empreendedor, gerando maiores chances de sucesso no seu futuro profissional.

Embora seja fácil de encontrar o caminho certo para abrir sua própria empresa, é importante ter muita cautela em relação às ações que sua startup irá tomar frente aos desafios. É necessário observar a necessidade do mercado e não agir por impulso, ter capital para manutenção do negócio, não somente no período de abertura, ser inovador e ter ciência de que, muitas vezes, demora um tempo para a empresa engrenar de verdade.

A Mauá tem como objetivo incentivar o espírito empreendedor, por isso, todos os cursos possuem disciplinas que ensinam a montar um plano de negócios direcionado para os cursos oferecidos.

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