O Desafio de Design Odebrecht Braskem 2013 teve como objetivo promover o design de peças de mobiliário de material plástico para uso em ambientes externos, uma oportunidade para que alunos de algumas instituições apresentassem suas ideias.

A equipe da Mauá, formada pelos alunos do curso de Design de Produto Alan Melo, Leonardo Fantinati e Rodrigo Oliveira, esteve entre as equipes participantes do desafio, que se iniciou em novembro de 2012.

“Esse desafio foi uma excelente oportunidade para os alunos terem uma vivência profissional sobre o desenvolvimento de um projeto com empresas renomadas como as patrocinadoras do evento. Os alunos partiram de um briefing e uma problemática real, tiveram acompanhamento de profissionais de diferentes áreas e foram coordenados por um escritório de design. Foi uma oportunidade única de por em prática o que estão aprendendo na Mauá. Quando se formarem já terão tido uma experiência com dificuldades, e oportunidades reais, estando prontos para encarar desafios que surgem no dia a dia do mercado de trabalho.” destaca a Prof.ª Claudia Facca, coordenadora do curso de Design de Produto da Mauá.

Conversamos com os alunos, que contaram um pouco mais sobre essa experiência. Confira:

Como foi a experiência da participação no Desafio de Design Odebrecht Braskem 2013?
Equipe Mauá – A participação do Desafio de Design foi, acima de tudo, uma oportunidade para nosso desenvolvimento e crescimento profissional, considerando o convívio diário com profissionais de diversas áreas (designers, engenheiros, arquitetos e empresários) em ambientes próprios como agências de Design e salas de reuniões corporativas. Além disso, aprendemos a lidar com prazos, a pressão do dia a dia e outras questões características da profissão de Designer.

O que vocês acharam mais desafiador durante as etapas?
Equipe Mauá – O fator mais desafiador foi a busca pela adequação estética e técnica de nosso projeto para atender as especificações requeridas pelas empresas. O resultado foi conseguir desenvolver um projeto harmonioso em todos os aspectos.

O conhecimento adquirido em sala de aula contribuiu para o bom desempenho no decorrer do desafio? De que forma?
Equipe Mauá – Com certeza, um dos pontos fortes presentes em nosso projeto foi o enfoque técnico do nosso mobiliário. Cada peça foi cuidadosamente pensada em termos de empilhamento, ajustes de posição e customização entre as peças. Como temos uma boa base técnica em nossa grade curricular, nada mais justo do que aplicá-la totalmente para esse Desafio.

Qual a expectativa de influência e visibilidade que a participação nesse desafio trará para carreira de vocês?
Equipe Mauá – Um fator marcante nesse projeto foi a divulgação nas mídias sociais e em programas de TV. Como estudantes, a visibilidade do Desafio e de nosso projeto é de grandes dimensões, isso poderá trazer como resultado mais empregadores interessados em profissionais formados pela Mauá e contatos profissionais, formando um eficiente networking, tendo em vista que ainda estamos em fase de graduação. Ter participado desse projeto, foi um diferencial em nossas carreiras.

Como a experiência na participação do Desafio contribuirá para seus próximos projetos?
Equipe Mauá – A experiência contribuirá para o desenvolvimento de futuros projetos no âmbito de adequação correta ao tema e enfoque às necessidades requeridas pelo cliente e mercado. Aprendemos nesse Desafio quão importante é o projeto estar conceituado e harmonioso em quesitos estéticos e técnicos, pois um fator não sobrevive sem o outro, de forma que o “todo” do produto precisa ser fortemente estudado e alcançado. Este é o objetivo do Design, a busca por soluções esteticamente e tecnicamente viáveis, agregando valor aos produtos, tornando-os verdadeiros “retratos” de nosso tempo e da nossa sociedade.

Confira as fotos do evento de premiação!

Parabéns pelo desempenho, Equipe Mauá! 🙂

Todos nós sabemos que fazer um estágio durante o curso de graduação é extremamente importante, pois o conhecimento adquirido em sala de aula é aplicado diretamente no mercado de trabalho.
Depois de se candidatar a alguns processos seletivos, realizar testes online e de idiomas, chega o momento de aguardar os contatos para o agendamento da entrevista presencial.
E como se preparar para se sair bem na entrevista? Veja uma lista com algumas dicas importantes para serem colocadas em prática nesse momento.

Pesquisa sobre a empresa

O candidato deve procurar conhecer o máximo possível sobre a empresa na qual pretende estagiar. Busque notícias em jornais, revistas, visite o site e conheça o cenário do mercado em que a empresa atua. Procure também conhecer detalhes dos requisitos e atividades para a vaga que está concorrendo no processo seletivo.

Projetos desenvolvidos
Mesmo que o candidato não possua experiências anteriores, relembrar alguns resultados de projetos desenvolvidos no ambiente acadêmico, atividades extracurriculares ou até mesmo trabalhos voluntários, também é ponto importante e quase sempre bem avaliado pelos entrevistadores.

Aparência e roupas
Para uma entrevista de emprego, menos é sempre mais: unhas aparadas, barba bem feita, maquiagem leve, cabelo penteado. Com relação às roupas, prefira sempre o social e cores neutras, assim, é mais fácil causar uma boa impressão para o entrevistador.

Entrevista em outro idioma
Quando um dos requisitos for o conhecimento de outro idioma, é interessante ler alguns textos, ouvir músicas ou assistir a um filme no idioma solicitado alguns dias antes, para ajudar a relembrar palavras e expressões que eventualmente surjam durante a entrevista.

Pontualidade
É importante que o candidato pesquise antes as alternativas de trajeto e transporte e no dia da entrevista programe-se para sair cedo de casa. Essa programação ajuda a evitar surpresas desagradáveis que podem acontecer no meio do caminho como trânsito, chuva, obras, entre outras. Se com isso acabar chegando adiantado, ótimo! Aproveite o tempo de espera para repassar mentalmente sua estratégia.

Currículo
Mesmo que o currículo não tenha sofrido nenhuma atualização em relação ao enviado ao entrevistador, é importante que o candidato disponha de algumas cópias para distribuição.

Postura
O candidato deve sempre falar de maneira natural e espontânea, mostrando energia e interesse ao falar e ao ouvir o que o entrevistador tem a dizer. Quanto à postura ao sentar, gestos e até o tom da voz podem dizer muito sobre o candidato, inclusive se ele está nervoso, por essa razão é importante que o próprio candidato tenha controle de tudo o que está fazendo no momento.

Ansiedade
Apesar de querer mostrar interesse e vontade de ser contratado, essa atitude muitas vezes pode ser confundida com ansiedade. Após a entrevista, aguarde calmamente o feedback no prazo que o entrevistador estipulou e não entre em contato com a empresa antes do término desse prazo.

Boa sorte nos processos seletivos!  🙂

Durante o período da graduação, o apoio de familiares e amigos é essencial para se atingir os objetivos.

Obter o apoio de colegas da sala de aula também é importante, pois alguns passam pelas mesmas dificuldades e conhecem a rotina de provas, trabalhos e estudo.
Luiz Antonio Cardoso e Felipe Bretone Cardoso são muito mais que colegas de sala, Luiz é pai de Felipe, e ambos estão cursando a 2.ª série de Engenharia de Produção na Mauá, período noturno.
Quando estão em casa, os assuntos vão muito além de questões do cotidiano.  No dia a dia, são frequentes os papos sobre Física, Cálculo, Métodos Numéricos, provas e trabalhos.
Para dividir um pouco de como está sendo essa experiência dentro e fora da Mauá, conversamos com Luiz Antonio e Felipe. Confira!

– O que levou Pai e Filho a escolherem fazer Engenharia de Produção?
Luiz – Minha escolha deu-se por uma série de ponderações. Primeiro, porque uma das minhas aspirações é a de formar grupos, unir pessoas e processos, trabalhar em equipe e a Engenharia de Produção encaixa-se melhor nesta visão. Segundo, devido à minha formação em Economia, que pode ser agregada ao processo.
Felipe – Minha escolha foi devido ao mercado de trabalho, pois a área de Engenharia de Produção é muito valorizada.

– Quais os fatores que os fizeram escolher a Mauá?
Luiz e Felipe – Fizemos uma pesquisa para identificarmos quais Instituições tinham alto reconhecimento pelo mercado. Escolhemos as duas melhores instituições para prestarmos vestibular e conhecer o campus. Passamos nas duas. A escolha pela Mauá deu-se devido ao tratamento dado aos vestibulandos nos seus detalhes, à estrutura pareceu mais organizada e o campus é mais próximo da nossa residência e do trabalho.

– O que estão achando do curso de Engenharia de Produção da Mauá?
Luiz e Felipe – O curso é excelente, com professores muito qualificados e o nível de exigência é elevado, o que é muito bom para nossa formação.

 – Quem foi o maior incentivador para os dois enfrentarem esse desafio?
Luiz – No meu caso, aproveitei a oportunidade de participar da escolha do curso do meu filho e isso me estimulou a realizar um sonho pessoal.  Como estava há muito tempo fora do ambiente de estudos, principalmente das matérias relacionadas ao vestibular, resolvi me matricular num cursinho para fazer uma revisão. O Felipe e eu fizemos o curso de agosto a outubro e depois prestamos o vestibular. Para minha surpresa passei nos dois vestibulares que prestei, então percebi que era perfeitamente possível e viável a realização desse sonho. Minha esposa apoiou-me bastante, desde o começo.
Felipe – Além do meu pai que me acompanhou desde o cursinho, outro grande incentivador foi meu professor de Física do colégio, que é formado em Engenharia e esclarecia muitas dúvidas  sobre vestibular e até mesmo sobre o curso e o mercado de trabalho.

– Como é a convivência dos dois em sala de aula? E com os colegas e professores?
Luiz – Cada um tem o seu estilo de estudo, o Felipe presta muita atenção nas aulas e não costuma fazer anotações, já eu presto atenção nas aulas, mas necessito das anotações para posterior revisão. Nos trabalhos em grupo sempre trabalhamos juntos, ambos confiamos e respeitamos a capacidade de cada um. Com os colegas a relação é de amizade e de respeito, alguns já me disseram que adorariam ter o pai estudando com eles, isso me deixa um pouco envaidecido, sei da responsabilidade que tenho de ser um bom exemplo para eles. Quanto aos professores temos um excelente relacionamento e acredito que pela minha maturidade e pela tranquilidade do meu filho, somos muito respeitados por todos.

– Como é a rotina e como se ajudam nos estudos?
Luiz – Minha maior batalha está nos estudos, meu tempo é extremamente escasso e quase não consigo arrumar tempo para estudar. A grande absorção que tenho da matéria é na sala de aula, portanto sempre presto muita atenção, sei que terei pouquíssimo tempo de rever e fixar a matéria. Ainda não consegui o ritmo e a organização necessária para maximizar os estudos, estou trabalhando para me regrar e melhorar isso. Como meu filho está em outra fase da vida, não consegui ainda conciliar meu ritmo de estudos com o dele, só conseguimos fazer isso aos finais de semana. Apesar de todas as dificuldades somente o fato de estudarmos juntos já ajuda muito.

– Como a experiência de cada um contribui para os estudos dos dois?
Luiz – Minha experiência me leva a focar os estudos de maneira mais profunda tendo uma visão mais profissional e de resultado para o mercado. Tento passar para o Felipe essa experiência e mostrar o que o mercado está procurando. Quanto à experiência do Felipe, tento aproveitar o conhecimento dele, ainda recente do Ensino Médio, a capacidade de absorção dos conteúdos e o raciocínio lógico muito aguçado que ele possui para esclarecer dúvidas e compreender pontos que não ficaram claros para mim em algumas matérias.

– Vocês esperam, com a experiência de vocês, incentivarem mais pais a voltarem aos estudos, após algum tempo longe das salas de aula?
Luiz e Felipe – Na verdade, esse não é o foco principal pelo motivo de estarmos estudando juntos, mas se nossa iniciativa servir de exemplo para outros pais ficaremos muito contentes.  O mais importante é sempre respeitar os desejos individuais e apoiar as decisões de cada um e se essa decisão for de seguirem juntos, que seja sempre para unir e criar condições para cada um atingir seus objetivos.