Fonte: Divulgação 

Imaginem um robô, com formato de peixe, capaz de detectar substâncias tóxicas em ambientes aquáticos.

Cientistas da Michigan State University desenvolveram um aparelho que cumpre essa função. Batizado de Grace, o robô é equipado com uma série de sensores que permitem a coleta de dados sobre temperatura e qualidade da água.

O aparelho consegue percorrer  longas distâncias de forma equilibrada com dois tipos de locomoção: nadando e deslizando.

“A natação exige um constante bater de cauda, o que acarreta um grande consumo de energia. Por essa razão, elaboramos uma forma de fazer com que o aparelho deslizasse também, a fim de evitar transtornos por causa da bateria.” – disse o criador do projeto.  De acordo com ele, o robô consegue deslizar pela ação de uma bomba que propulsiona a água através do peixe.

No final do ano passado, os pesquisadores levaram Grace para um teste no rio Kalamazoo, no estado de Michigan – EUA. O robô superou todas as expectativas conseguindo detectar os locais onde houve derramamento de petróleo em 2010, quando um oleoduto rompeu, resultando na poluição do rio.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2013/01/peixe-robotico-analisa-se-agua-de-rios-estao-limpas-ou-improprias.html

 


Um novo modelo de usina eólica criado pela empresa Saphon Energy promete aproveitar 80% mais energia do vento que os modelos convencionais. Isso porque seu funcionamento se inspira nas velas de barcos para converter energia eólica em energia elétrica. Um disco, semelhante a um alto-falante, fica posicionado contra o vento, e a força do vento provoca oscilações no aparelho, movendo pistões, que acionam um gerador. A energia elétrica gerada pode ser armazenada em um acumulador.
O mais interessante sobre a Saphonian, como foi batizada, é que ela praticamente não se move, é completamente silenciosa, não perturba os pássaros e não requer altos custos para manutenção.
Além do aproveitamento de 80% mais energia do vento do que uma usina eólica com turbinas e hélices, a Saphonian apresenta economia geral de 45% em diversos custos relacionados com infraestrutura. Atualmente a Saphon Energy detém a patente do modelo e apenas aguarda investimentos para leva-la ao mercado.
Seria uma ótima alternativa para economia de energia elétrica, não é mesmo?

Fonte: http://dvice.com/archives/2012/11/sail-inspired-w.php

Imagine vestir uma luva e virar imediatamente um pianista!

Esse é o princípio do aparelho com o sistema Mobile Music Touch, criado pelo Instituto de Tecnologia da Faculdade de Georgia, que promete ensinar pessoas a tocar piano de uma forma diferente.

O sistema funciona da seguinte forma: as músicas são programadas no aparelho e transmitidas via wireless para o teclado ou piano eletrônico e as teclas  são iluminadas no aparelho. Ao mesmo tempo, a luva faz o dedo que deve tocar a nota indicada “vibrar”, fazendo com que você decore a música e posicione a mão corretamente.

Além dessa função, os criadores do projeto imaginam mais utilidades para a luva. Eles querem que o sistema auxilie pessoas que tiveram lesões na coluna para que elas sejam capazes de recuperar movimentos e sensações. Em testes, eles descobriram que voluntários que haviam sofrido acidentes foram capazes de pegar objetos mais facilmente depois de usarem a luva.

Os cientistas acreditam que a tecnologia seja capaz de ativar funções do cérebro prejudicadas pelo  movimento e pela sensibilidade. O próximo passo da pesquisa é a realização de exames de ressonância magnética indicando como o cérebro comporta-se durante o uso da luva.

 

Confira o vídeo que mostra a luva em ação: 

Fonte: Revista Galileu


Luana Cantagesso, aluna da 3.ª série de Engenharia Química, obteve a 5.a posição no 12.o Congresso Nacional de Iniciação Científica Conic-Semesp, realizado de 30 de novembro a 1.o de dezembro de 2012, com o projeto “Processo irradiado por micro-ondas para produção de Biodiesel” na área do conhecimento: Engenharia e Tecnologias.

“Produzir o trabalho foi uma oportunidade de muita aprendizagem: utilizando os livros disponíveis na biblioteca da Mauá e aplicando os conceitos nos laboratórios, consegui unir a teoria com a prática. Na iniciação científica, aprendi a lidar com o tempo e com as cobranças. Vi na prática que nem sempre tudo sai como planejado e que às vezes é necessário improvisar. O principal objetivo da participação no evento era divulgar o trabalho para possíveis parcerias, porém com a conquista do 5.o lugar no CONIC 2012 vejo que as oportunidades de parcerias podem aumentar; além disso, a colocação prova que o trabalho foi bem executado, mostrando minha capacidade.”, comenta Luana sobre a importância dessa premiação para sua carreira.

O trabalho premiado, sob a orientação da Prof. Luiz Alberto Jermolovicius, consiste na comparação de processos para a produção de biodiesel.

Confira o resumo do projeto:

Por meio do trabalho foi possível comparar o processo convencional de produção de biodiesel por transesterificação alcalina com o processo desenvolvido de transesterificação ácida incentivada por micro-ondas. O processo convencional, como publicado no estado da arte, foi comparado estatisticamente com o processo desenvolvido e o resultado foi surpreendente: o processo com micro-ondas tem rendimento 60% superior e é 50% mais rápido que o processo convencional.

Parabéns à aluna e ao professor orientador pelo excelente resultado. 🙂