A 1ª edição da competição Summer Challenge, realizada em Campos do Jordão, reuniu mais de 200 estudantes de Instituições de Ensino Superior brasileiras e 74 robôs para competições de várias categorias.

Criado pela ROBOCORE, organização responsável por promover diversas competições de robótica no Brasil, o evento tem como objetivo desenvolver e incentivar o aprendizado de uma maneira criativa.

Os participantes puderam colocar suas invenções robóticas à prova nas categorias de Combate, Sumô, Hockey e Seguidor de Linha, em que os robôs são separados por classes de pesos.

Os alunos da Mauá representaram muito bem a Instituição e conseguiram faturar 7 troféus. Confira abaixo os resultados.

Colocação: 1º Lugar

Categoria: Combate Classe Featherweight – 30lb (13,6kg)
Integrante: Alexandre Harayashiki Moreira
Robô: Biribinha Atômica

Colocação: 2º Lugar

Categoria: Combate Classe Featherweight – 30lb (13,6kg)
Integrante: Igor Valentin Oliveira Duran
Robô: Caolho

Colocação: 1º Lugar

Categoria: Hockey – 5,5kg
Integrantes: Igor Valentin Oliveira Duran e Alexandre Harayashiki Moreira

Colocação: 3º Lugar

Categoria: Combate Classe Middleweight – 120lb (55kg)
Integrantes: Igor Valentin Oliveira Duran e Alexandre Harayashiki Moreira
Robô: Biolho (Caolho + Biribinha Atômica)

Colocações: 1º, 2º e 3º lugares

Categoria: Sumô LEGO / VEX – 1kg (Auto)
Integrante: Vinicius Milani
Robôs: Stalinho(1º Lugar), Joninhas (2º Lugar) e Chuck Norris (3º Lugar)

Assista ao vídeo dos melhores momentos da equipe da Mauá na competição.

Parabéns aos alunos e professores orientadores pelo ótimo resultado! ;)

No início de cada ano é concedida uma Bolsa de Estudos Integral para o melhor aluno de cada série, em cada curso.

A Bolsa Melhores Alunos é concedida pela Instituição desde 1985 ao aluno de cada série que obteve a  maior média.

Saiba quem são os melhores alunos de 2010, que receberam a Bolsa para o ano letivo de 2011.

Administração

1ª série – Murilo Bueno Florencio

2ª série – Fernando Hugo Ignacio Gomes

3ª série –  Roberta Marotta Marques

Curso Superior de Tecnologia

1ª série – Letícia Cardoso Bertin

2ª série – Fernando Donizeti Ito

Design

1ª série – Daniel Mariano Leão

2ª série – Victor Credico Vida

3ª série – Amanda Iwashita

Engenharia

1ª série – Armando Zanone

2ª série – Guilherme Maaz de Picciotto

3ª  série – Pedro Moreira de Oliveira Domingues

4ª série – Paulo Ricardo Branco da Silva

5ª série – Tiago Sanches da Silva

 

Parabéns!!!!!! 😉

A conversão de energia nuclear pode ter como origem transformações produzidas no núcleo de átomos. Essas transformações podem ser devidas à fusão de dois núcleos de átomos leves, de baixo número atômico, formando um átomo mais pesado ou também pela fissão de um núcleo de átomo pesado, formando dois ou mais núcleos mais leves.

Nos dois casos, há uma liberação de energia na forma de calor devida à redução da massa dos produtos da reação em relação à massa dos átomos reagentes.

A reação nuclear controlada pode ser utilizada para a produção de energia elétrica em usinas termonucleares por meio de ciclos termodinâmicos.

Vários são os tipos de reatores nucleares para a produção de energia elétrica. Os mais comuns são os reatores resfriados por líquidos, que podem ser: um metal líquido (LMCR – liquid metal cooled reactor), um líquido orgânico (OMCR – organic moderated and cooled reactor), água pressurizada (PWR – pressurized water reactor) ou água fervente (BWR – boiling water reactor), sendo os dois últimos os mais frequentemente usados.

A tecnologia utilizada nos reatores de Angra dos Reis é a do PWR, que é a mais utilizada em usinas termonucleares terrestres e em aplicações para a propulsão naval. Nos reatores da operadora PECTO, em Fukushima, recentemente acidentados, é a do tipo BWR.

Em termos simples, a diferença entre os dois tipos é que o vapor gerado no reator BWR no processo de resfriamento das varetas de combustível é expandido na turbina acionadora do gerador elétrico, enquanto no reator PWR há um circuito primário de circulação de água refrigerante a alta pressão que não se vaporiza no núcleo do reator e é responsável pela refrigeração dos elementos combustíveis; esta água líquida a alta temperatura passa por um trocador de calor vaporizando a água de um circuito secundário que é expandida na turbina.

Assim o vapor que se expande na turbina no caso do PWR não é radioativo, ao contrário do vapor produzido no BWR, uma vez que o circuito primário fica totalmente isolado pelas paredes de contenção do reator. Embora com certo grau de segurança maior, tanto a usina PWR como a BWR dificilmente passariam ilesos sofrendo um terremoto de intensidade 8,9 na escala Richter, seguido de um tsunâmi de grande intensidade, como o observado no Japão em 11 de março de 2011.

A figura 1 mostra o esquema de uma planta termonuclear do tipo BWR .

A figura 2 mostra o esquema de uma planta termonuclear do tipo PWR.


 

Mais informações acesse o artigo Conversão de Energia Nuclear

A equipe da Autonomos Labs, parte do Grupo de Inteligência Artificial da Freie Universität de Berlim, realiza pesquisas com o objetivo de desenvolver um sistema de navegação para veículos não tripulados que possam transitar com os carros convencionais nas estradas, além de explorar potenciais usos para esses sistemas.

Um de seus desenvolvimentos é o “Taxi” autônomo, denominado “Made in Germany”. Trata-se de uma versão modificada do Volkswagen Passat, equipado com GPS, câmeras de vídeo, placas de scanners a laser, sensores e radares, que utiliza essa combinação de equipamentos  para criar um mapa 3D de seu entorno detectando a presença de pedestres e veículos, podendo transitar de forma autônoma.

Para chamar o “Taxi” autônomo, o passageiro utiliza um aplicativo no iPad, que transmite a sua localização para o GPS do veículo. E enquanto aguarda, o usuário, pode acompanhar o progresso do trajeto feito pelo “Taxi”.

O iPad também é usado para informar ao veículo o local de destino.

Confira o vídeo sobre o “Taxi” Autônomo.

Agora nos diga: você teria coragem de usar esse “taxi”?

 

Fontes: http://www.autonomos-labs.de./; http://www.gizmag.com