A Divisão de Motores e Veículos do Centro de Pesquisas da Mauá, há 15 anos, submete veículos novos a diversos ensaios e emite relatórios que, interpretados e divulgados pelo Caderno de Veículos do jornal Folha de São Paulo, ajudam o leitor a esclarecer dúvidas.

Descrição do teste Folha-Mauá

– Aceleração: é medido o tempo necessário para o veículo percorrer 1.000m, partindo do repouso.

– Retomada: é medido o tempo de retomada de velocidade do veículo em intervalos de 40 a 120km/h, 60 a 120km/h, 80 a 140km/h e 100 a 140km/h.

– Frenagem: é medida a distância percorrida pelo veículo submetido a frenagem, a partir das velocidades de 40, 60, 80 e 100km/h, até a imobilização.

– Ruído Interno: medição do nível de ruído no interior do veículo, com vidros fechados, em velocidades de 40, 60, 80, 100 e 120 km/h.

– Consumo de Combustível: são feitas duas medições do consumo de combustível do veículo. A primeira com velocidade constante de 100 km/h, simulando um percurso rodoviário, e a segunda em vias públicas, num trajeto urbano, percorrido com velocidades compatíveis com as vias.

Com esses resultados, os leitores podem comparar veículos disponíveis no mercado e decidir, por exemplo, se o consumo de combustível é bom ou ruim. Além dos números levantados durante os testes, as características do veículo, seus acessórios e espaço interno, também são essenciais para a avaliação.

Confira aqui os resultados de alguns veículos já testados! 😉

Que tal viajar sem precisar se estressar, apenas unindo-se a um “trem de carros” com um único condutor guiando por todos?

O programa SARTRE – Safe Road Trains for the Environment, testou na Suécia um sistema de acionamento automático, que permite um único motorista guiar, por um caminhão, um comboio de carros, para as viagens tornarem-se mais seguras e eficientes.

Os veículos são equipados com um sistema de navegação e comunicam-se por um sistema wireless, desenvolvido especificamente para comunicação e controle. O sistema constantemente faz ajustes para manter cada veículo a uma determinada distância do veículo da frente e a velocidade é definida pelo condutor do caminhão e executada automaticamente pelos demais carros.

Para unir-se a um comboio, basta que o motorista faça uma pesquisa em um computador de bordo e será avisado sobre a existência de um comboio e sua localização.

Acredita-se que, com veículos circulando mais próximos uns dos outros e com uma variação menor de velocidade, os congestionamentos diminuirão e haverá espaço para mais automóveis nas estradas. E, por ser limitada a velocidade do veículo condutor, também será possível uma economia de até 20% de consumo de combustível.

Só resta convencer os motoristas e as autoridades de que o sistema é seguro e capaz de lidar com os perigos não previstos da estrada.

Fonte: New Scientist


Criada no Media Lab, do MIT (Massachusetts Institute of Technology), a flauta foi produzida pela Objet Connex500 rapid prototyper, uma impressora 3D, que pode imprimir múltiplos materiais ao mesmo tempo.

Em sua construção necessitou-se de um material rígido para o corpo, um mais macio para o bocal e outro tipo de material para vedar o ar nos lugares adequados. Os materiais foram adicionados em sucessivas camadas finas e a prototipagem levou cerca de 15 horas.

O produto acabado resultou em quatro partes, que foram lavadas para a retirada dos materiais de suporte e montadas à mão, sendo as molas os únicos elementos adicionados depois da impressão.

Ainda não é uma flauta perfeita, pois algumas partes precisam ser melhoradas e é preciso que seja bem afinada, porém produz som de boa qualidade.

Isso mostra até onde a tecnologia em impressão 3D chegou e permite prever como poderá evoluir.


Fonte: popsci.com