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dez

Mauá Racing

Os alunos da equipe Mauá Racing representaram a Instituição na 7.ª edição da Fórmula SAE Brasil – Petrobras. A competição, promovida pela SAE Brasil, aconteceu no campo de provas da Goodyear, em Americana, SP. Durante o evento, os estudantes de graduação e pós-graduação de Engenharia apresentaram seus protótipos de corrida, tipo Fórmula, em provas estáticas, de aceleração e enduro.

Nessa edição, a equipe da Mauá participou com um carro monoposto (fórmula), com chassis em estrutura tubular, equipado com motor da motocicleta CB500, alimentado por um turbo-compressor, tendo a potência de aproximadamente 80CV.

Confira o vídeo 😉

A participação em atividades como essas representa mais do que a busca de uma colocação. É uma experiência única, na qual os alunos, trabalhando em equipe, aplicam na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, constituindo-se em um diferencial nos seus currículos.

Parabéns a todos os alunos e professores pela garra e dedicação!

Quem nunca sonhou ter uma Ferrari ou pelo menos pilotar um veículo como esse.

Seu símbolo, um cavalo negro empinado num fundo amarelo, sempre com as letras S F de Scuderia Ferrari, traz sofisticação e orgulho para quem a pilota.

A Ferrari é um ícone para os apaixonados por carros e velocidade, além de ser uma obra de arte da Engenharia, com seu motor potente, cujo ronco já é motivo de satisfação para muitos.

Mas, por trás de toda sofisticação e potência, há um trabalho minucioso para a fabricação de seus motores, que são cuidadosamente projetados e produzidos.

Desde o primeiro motor até hoje, 12 cilindros tem sido a referência da Ferrari.

Veja a fabricação do motor Ferrari V12, uma mostra fascinante de Engenharia.

Você que é aficionado pelo assunto, conheça a Pós-Graduação em Engenharia Automotiva da Mauá.

Ao longo desses quase 50 anos o Instituto Mauá de Tecnologia formou aproximadamente 16.000 profissionais e tem obtido excelentes avaliações que confirmam a importância desta Instituição.

A Mauá orgulha-se pela formação de seus alunos, que estarão aptos a transformar desafios em oportunidades, e de seus ex-alunos, que são protagonistas deste relevante momento de crescimento e projeção internacional do Brasil.

Desenvolver uma programação para robôs exige muito empenho e dedicação, pois são procedimentos complexos que levam um determinado tempo.

Mas, e se os robôs aprendessem sozinhos, analisando o movimento, imitando e repetindo?

Pensando nisso, a equipe de pesquisadores do Max-Planck Institute of Biological Cybernetics, localizado na Alemanha, criaram robôs que aprendem realizar tarefas em pouco tempo, utilizando-se de demonstração, imitação, tentativa e erro.

Os pesquisadores ensinam o básico do procedimento, pegando literalmente nas mãos dos robôs, que aprendem e depois repetem o que foi ensinado, melhorando o desempenho da tarefa com o treino.

Dependendo da tarefa, os robôs podem necessitar de até 100 tentativas até conseguirem acertar o movimento. Mesmo assim, o tempo para ensiná-los é menor que o tempo gasto numa programação tradicional.

Mais uma ideia interessante, não acham?

Fonte: GEEK e Max-Planck Institute of Biological Cybernetics