Quando pensamos no conceito de “abrir um negócio” ou “montar uma empresa”, a primeira imagem que nos vem à cabeça é a de um escritório ou loja física. Mas, essa figura comum está mudando cada vez mais, paralelamente à mudança de nosso comportamento como consumidores.

Os negócios com base na internet têm ganhado força e espaço, oferecendo produtos e serviços diversificados e inovadores. Em 2009 o comércio eletrônico movimentou 210 bilhões de reais, um aumento de 9% em relação a 2008 e 88% em relação a 2005. A demanda aumentou proporcionalmente: o número de pessoas utilizando a internet no Brasil chegou a 37,3 milhões de pessoas em maio, um aumento de 327% em relação a 2005. Nos últimos anos muitas empresas, desde as micro até as gigantes multinacionais, estenderam sua atuação ao universo digital dos e-commerces e estão tendo muito sucesso.

Dados recentes indicam que a tendência é que esta expansão continue, pois cada vez mais os e-commerces ganham a confiança dos consumidores, que já chega a 86%. Além disso, a Classe C começa a comprar pela internet, o Brasil é o 13º colocado no ranking mundial de e-commerce e oportunidades sazonais, como Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal provocam picos de vendas pela Internet. O evento que estamos vivendo no momento, a Copa do Mundo, elevou em 77,7% as visitas aos e-commerces de eletrônicos.

Então, da próxima vez que pensar em Empreendedorismo, lembre-se dos negócios pela internet. Talvez seu próximo (e próspero) negócio seja virtual!

Já comentamos que a situação atual do Brasil é muito boa. Somos internacionalmente vistos como o país com maior potencial de prosperidade para a próxima década. Sediaremos Jogos Olímpicos e Copa do Mundo. Recebemos cada vez mais investimentos, turistas e, talvez o mais importante, respeito. Sem mencionar que saímos quase ilesos da recente crise econômica mundial.

Com esse cenário fértil em mente, alunos das diversas habilitações dos cursos de Engenharia da MAUÁ estão organizando, sob supervisão de professores, a IX Semana de Engenharia Mauá, que acontece de 29 de junho a 02 de julho, no campus de São Caetano do Sul.

Temas em evidência e tendências para os próximos anos serão abordados por renomados profissionais e pesquisadores, em palestras, cursos e visitas técnicas. O aluno Eduard Lammers, presidente da Comissão Organizadora do evento, explica que a escolha do tema “Desafiando o Amanhã” busca “enfatizar que os problemas de amanhã podem ser resolvidos a partir de soluções que temos hoje”. Entre as empresas participantes estarão Atlas Schindler, Bunge, CPFL Energia, Darré Moreira – Marcas e Patentes, Basf, SEW Eurodrive Brasil, Areva, Lorenzetti, LCW e Lubrizol.

Alguns destaques do evento:

“Chocolates” – Ofner;
“Como se portar em entrevista de emprego” – Access School;
“Investimentos – produtos financeiros e o mercado de ações” – Edson Mizikami;
“Pavimentos de Concreto” – ABCP;
“Edulcorantes” – Sweetmix;
“Eletrônica” – Continental;
“Autocad” – Treinasoft;
“Construindo a fábrica do futuro” – Kaizen;
“Tendências futurísticas de alimentos” – WEB Consultoria;
“Como projetar edifícios com elevadores” – Atlas Schindler;
“Da ideia ao lucro” – Lorenzetti;
– Entre outros (clique aqui para conferir a programação completa do evento).

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Serviço: IX Semana de Engenharia Mauá – “Desafiando o Amanhã”

Período: 29 de junho a 02 de julho
Abertura – dia 29: entrega de material no Ginásio de Esportes a partir das 7h / cerimônia de abertura às 8h
Local: Instituto Mauá de Tecnologia – Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul
Telefone: (11) 4239-3169 / 4239-3176
Informações e inscrições: www.semana.maua.br

Esteticamente, as bolas são lindas, mas seu desempenho vem sendo amplamente criticado por jogadores e técnicos das seleções que estão participando da Copa do Mundo 2010: Júlio Cesar, o goleiro da nossa Seleção, criticou a Jabulani; também a criticaram os goleiros da Inglaterra e da Argélia, o técnico do Uruguai e até mesmo o atacante da Espanha, Fernando Torres. Saiba mais sobre a Jabulani clicando aqui.

Mas, a Adidas defende sua criação: “Efetivamente é mais redonda que todas as bolas que já fizemos, mais aerodinâmica e mais rápida”, declarou Herbert Hainer, presidente da empresa. Hainer também ressaltou que ela foi amplamente testada e diversas federações puderam treinar com ela desde o começo do ano. A altitude dos estádios também pode aumentar a velocidade da bola.

De qualquer maneira, o processo de produção é muito interessante e vale a pena conferir: