Com o programa Ciência sem Fronteiras, jovens universitários têm a oportunidade de ampliarem os seus conhecimentos estudantis e profissionais no exterior, além de desenvolverem o seu lado pessoal  num ambiente novo e desconhecido, tornando-os aptos a enfrentarem os acontecimentos diários com mais responsabilidade e maturidade.

Maria Fernanda Giraldi Vidal está com 22 anos e  na 4.ª série de Engenharia Química da Mauá. Ela decidiu viver uma experiência única e enriquecedora por um ano, na The University of Western Australia (UWA), na cidade de Perth.

O BLOG da Mauá conversou com a estudante que iniciou seus estudos na Austrália no início  do ano e chegou a receber uma carta do reitor de Engenharia, Computação e Matemática da UWA, parabenizando-a pelos “outstanding academic results” ao encerrar o primeiro semestre acadêmico com boas notas.

BLOG da Mauá: Qual foi o processo para participar do programa Ciência sem Fronteiras?

Maria Fernanda: O processo durou cerca de 6 meses, desde a inscrição no programa até a concessão da bolsa. Primeiro, a inscrição ocorreu pelo site do Ciência sem Fronteiras, com a submissão do histórico escolar, comprovante do teste de proficiência em inglês e comprovante de iniciação científica. Nessa etapa, obtive o auxílio dos professores e funcionários da Mauá com assinaturas e documentos oficiais. Segundo, a Mauá, como minha universidade de origem, homologou-me  e houve a pré-seleção pelo CNPq. Alguns documentos adicionais tiveram de ser enviados antes de o resultado final ser divulgado. Em todas as fases obtive enorme apoio e incentivo dos professores para participar do intercâmbio.

BLOG da Mauá: O que mudou em seu cotidiano?

Maria Fernanda: Durante a semana, a minha rotina se resume em ir à universidade, reuniões, eventos acadêmicos e fazer exercícios físicos, uma das grandes mudanças com relação à vida que eu levava. A universidade oferece várias oportunidades com o intuito de desenvolver diversas habilidades dos alunos. Diversos temas acadêmicos e profissionais são abordados em workshops e palestras, como  técnicas para apresentações orais, dicas sobre como escrever o relatório de conclusão de curso e a importância de se fazer networking.

Moro numa residência estudantil, no campus, onde tenho o meu próprio quarto, banheiro e cozinha. Ainda assim, realizo as principais refeições no dining hall,  com os outros estudantes. Quatrocentas pessoas de mais de 30 países moram aqui comigo e isso enriqueceu muito o meu conhecimento sobre diversas culturas ao redor do mundo.

A rotina e o estilo de vida na Austrália são bem diferentes do Brasil, principalmente comparando-se com São Paulo. Apesar de ser uma cidade grande, a cidade de Perth não é caótica e barulhenta. Durante os horários de pico, os carros trafegam sem muita dificuldade e incrivelmente nunca ouvi barulho de buzina por aqui! Além disso, os australianos são muito saudáveis e prezam a qualidade de vida, fato que me influenciou a reconsiderar a alimentação e a frequentar a academia regularmente. É bastante comum ver as pessoas carregando garrafinhas de água com capacidade de 1L ou 1,5L, por exemplo, em vez de 500 mL como ocorre no Brasil. Eles também comem muitas frutas e vegetais ao longo do dia e frequentemente utilizam a bicicleta como meio de transporte.

A Austrália é um país multicultural e bastante influenciado pelos costumes asiáticos. Acostumei-me a ouvir diversos idiomas no dia a dia e a conhecer mais pessoas internacionais do que os próprios australianos. Sempre fui muito bem recebida e não sinto que sofri um choque cultural, pois me adaptei muito fácil à cultura e rotina. Mas quem não se adaptaria num país em que dizer obrigado para o motorista do ônibus é tão normal quanto não ter operadores de caixa em supermercados? A honestidade é tamanha a ponto existir um sistema (que funciona), pelo qual as pessoas pagam as próprias compras.

De todas as experiências pelas quais tenho passado, duas foram bastante notáveis. A primeira é a minha participação no Engineers Without Borders, que me fez olhar com outros olhos os problemas sociais do mundo, como falta de água e de saneamento básico. Aprendi que, muito além de construir coisas, a Engenharia é importante para o desenvolvimento da sociedade. Além dessa experiência, sou voluntária e líder de acampamentos de crianças com deficiências mentais. O comportamento tão peculiar de cada criança com que eu tive contato me fez mudar certas percepções e valorizar ainda mais a vida que eu tenho.

BLOG da Mauá: Sentiu muita diferença da metodologia de ensino?

Maria Fernanda: O cotidiano acadêmico na UWA é bastante diferente daquele da Mauá. Em sala de aula, os conteúdos são lecionados em somente 40 minutos e o número de  pesquisas e trabalhos requeridos é incrivelmente extenso. Apesar disso, as matérias e os livros utilizados são os mesmos, o que foi bastante útil na hora de escolher o que eu iria cursar e avaliar se eu tinha os pré-requisitos ou não.

Todos os conhecimentos obtidos na Mauá foram substancialmente importantes e muitas vezes desejei que tivesse trazido os meus preciosos cadernos de anotações comigo! Estudar numa das melhores universidades da Austrália só confirmou o fato de que a Mauá realmente não deixa nada a desejar em qualidade de ensino.

BLOG da Mauá: Quais os aprendizados que mais marcaram você  e o que espera de seu futuro profissional e pessoal?

Maria Fernanda: Após pouco mais de 8 meses de intercâmbio, já me considero muito diferente da pessoa que eu era quando vim. Acredito que autoconfiança e determinação serão os aprendizados que mais refletirão em meu futuro profissional. Quando cheguei à Austrália, não conhecia ninguém e estava a 13mil km de distância da minha família, amigos e conforto. O meu nível de inglês era bem intermediário e até pedir informação sobre como ir ao banco foi difícil (quem dirá misturar batata com chocolate cremoso no café da manhã por não entender que aquela ‘panqueca’, na verdade, era batata!). Após todo esse tempo, sinto como se tivesse criado uma nova vida, rodeada de amigos e consideravelmente sólida no quesito networking profissional. E tudo isso aconteceu devido aos meus esforços, unicamente. É um pouco difícil explicar o tão famoso crescimento pessoal após realizar um intercâmbio. Sinto que estou mais madura, independente e focada nos meus objetivos.

Com toda a certeza, posso afirmar que está sendo a melhor experiência da minha vida. A oportunidade de estudar Engenharia Química em outra língua e vivenciar outra cultura acadêmica abriu a minha mente. Algumas matérias que  cursei, por exemplo, exigiram trabalhos superextensos, com relatórios de 20 a 30 páginas a serem feitos em curtos períodos de tempo. O maior aprendizado que tirei desses trabalhos foi  a importância de se trabalhar em grupo. Diferentes habilidades das pessoas podem contribuir para que um trabalho seja completo. Além disso, trabalhar em grupo significa dividir as tarefas e poder finalizar o trabalho a tempo. Com isso, percebi quão mais flexível eu me tornei com relação a trabalhos em grupo e a aproveitar as habilidades de cada um. Acredito que essa experiência será bastante favorável ao meu futuro como engenheira.

Quanto ao meu futuro profissional, realmente espero ter a oportunidade de trabalhar com pessoas que me inspiram. Muitos dos meus aprendizados não vieram dos livros, mas de grandes profissionais.

Desde o meu primeiro ano na Mauá, sinto que as portas em minha vida têm-se aberto cada vez mais. Tantas oportunidades oferecidas, como iniciação científica e trabalhar na Mauá Jr., por exemplo, ajudaram-me  a desenvolver habilidades úteis para o meu futuro  que provavelmente não seriam completamente exploradas em sala de aula.Além disso, as tão famosas (e difíceis) provas me ensinaram a ter dedicação e garantiram que a base teórica fosse compreendida. Sei que fiz uma excelente escolha e  quão precioso será o meu diploma!

BLOG da Mauá: Com o fim do semestre letivo, quais são os planos para as férias?

Maria Fernanda:Durante as férias de verão, auxiliarei alguns alunos da pós-graduação com os seus trabalhos de conclusão de curso. A princípio, estarei envolvida com três projetos bastante relacionados com a Engenharia Química e a indústria propriamente dita. Os experimentos serão realizados num centro de pesquisa localizado fora do campus da universidade (Australian Resources Research Center – ARRC) e supervisionados por dois pesquisadores. Acredito que essa oportunidade será bastante proveitosa devido ao contato com equipamentos inovadores e com grandes pesquisadores, além da exploração de conceitos teóricos com o intuito de beneficiar a indústria química.

 

Maria Fernanda retornará ao Brasil em fevereiro de 2015 e está confiante e feliz com a sua decisão. Ela finalizou a entrevista com um depoimento muito especial: “quanto ao meu curso, sou simplesmente apaixonada pela Engenharia Química e tenho certeza de que os excelentes profissionais da Mauá contribuíram para essa satisfação pessoal. Quanto mais eu estudo, mais percebo o quanto ainda há de ser estudado e realmente não me vejo estudando outra coisa.”

Nós ficamos muitos felizes em presenciar histórias como essa e cumprimentamos a aluna Maria Fernanda por essa paixão pela sua profissão e por seu entusiasmo! Muito sucesso e felicidade!

Parabéns aos alunos que, assim como ela, ajudam a transformar o mundo! \o/

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11 de nov. – Emerson Fittipaldi na Mauá com membros do EcoMauá

De 24 a 28 de novembro, alunos da equipe EcoMauá participarão da 11.ª etapa da Maratona Universitária da Eficiência Energética, que acontecerá no Kartódromo Ayrton Senna, em São Paulo, por meio de parceria com Emerson Fittipaldi, bicampeão da Fórmula 1, das 500 milhas de Indianópolis e organizador da “Le Mans 6h de São Paulo”  - FIA WEC – etapa Brasil. O evento contará com 77 veículos de 47 Instituições de Ensino Superior do País, no qual alunos pilotarão carros desenvolvidos por eles próprios, movidos a gasolina, etanol e eletricidade.

A competição possui 3 modalidades e vencem os veículos que realizarem um percurso com o menor consumo de combustível, numa velocidade média estipulada pela organização. São elas:

- elétrica: o veículo fará um percurso de 8 voltas, com velocidade média de 15km/h. Um joulemeter é instalado no carro, para monitorar a energia utilizada durante a prova. A Mauá participará da prova com 2 veículos, apelidados de “Carbono 14” e “Patinho Feio”;

- gasolina: o veículo fará um percurso de 12 voltas, com velocidade média de 24km/h. A gasolina é fornecida pela própria competição, em uma garrafa que deve ser conectada ao carro. Esse procedimento padroniza a qualidade e a quantidade de combustível utilizado na prova. A Mauá participará com o carro apelidado de “Pé de Pano”;

- etanol: percurso de 12 voltas, com velocidade média de 24km/h. O álcool será fornecido nos mesmos padrões da gasolina. A Mauá participará com o carro apelidado de “Barão de Mauá”.

A equipe EcoMauá foi campeã em 2013 nas categorias gasolina, etanol e projeto, além de conquistar a 5.ª colocação na categoria elétrica e ter a honra de ver Emerson Fittipaldi pilotando um de seus veículos. Neste ano, conta com o trabalho de aproximadamente 20 alunos, que veem nessa atividade a oportunidade de colocarem em prática tudo o que aprendem em sala de aula.

O BLOG da Mauá entrevistou Fellipe Fortunato, aluno participante dessa atividade de competição acadêmica. Ele acredita que a equipe EcoMauá terá um bom desempenho em 2014. Confira o nosso bate-papo!

BLOG da Mauá: como surgiu a vontade de participar da atividade “EcoMauá”?

Fellipe: A vontade surgiu ao conversar com um colega que já estava na equipe, pois percebi que essa atividade envolve muita prática, fator que ampliaria o meu aprendizado.

BLOG da Mauá: Quais são as novidades dos desafios da Maratona Universitária da Eficiência Energética?

Fellipe: A construção de um carro protótipo que seja mais eficiente e que atenda os critérios de segurança do evento. A Maratona Universitária da Eficiência Energética motiva e contribui para o desenvolvimento de veículos mais econômicos e sustentáveis, assunto que ganha cada vez mais relevância na atualidade.

Nosso veículo movido a gasolina que  foi campeão  em 2013 teve uma performance 405 km/l, e o a etanol, com 233 km/l.”

BLOG da Mauá: Quais são os diferenciais do carro para a Maratona de 2014?

Fellipe: Neste ano, Renan Rizzatti, membro da equipe e formando de Engenharia Mecânica da Mauá, desenvolveu com o seu grupo um TCC sobre chassi tubular em fibra de carbono para um de nossos carros elétricos. Com esse chassi, o veículo apresenta ótimo desempenho devido ao seu peso de 19 kg e a sua rigidez. Nós também implementamos uma injeção eletrônica para gerenciar melhor o consumo de combustível dos veículos movidos a gasolina e etanol, e com isso, melhorar as marcas do ano anterior.

BLOG da Mauá: Como foi a preparação para a 11.ª Maratona Universitária da Eficiência Energética?

Fellipe: Nós nos preparamos desde o término da competição de 2013, pois novas ideias surgiram devido às experiências vividas durante o evento. Desde o começo deste ano, preparamos motores e otimizamos os carros, além de treinarmos as pilotas (sim, mulheres, pois são mais leves e suas técnicas ao volante economizam mais combustível), o que otimiza a performance. Também fizemos modificações nos carros para atender as normas do regulamento de 2014.

Nós estamos ansiosos, pois no ano passado fomos uma equipe bem competitiva. A expectativa é melhorarmos as nossas marcas termos um ótimo desempenho em todas as categorias.

A Mauá torce muito por essa equipe! Boa sorte e parabéns a todos os membros da EcoMauá! :D

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Para mais informações da Maratona Universitária da Eficiência Energética, acesse >> http://www.maratonadaeficiencia.com.br/

Já imaginou viajar para outro país, conhecer diferentes costumes, viver novas experiências e aprender muito? Esse é o objetivo de muitos estudantes, que buscam crescimento pessoal e profissional por meio de intercâmbios.

Talea Skorzinski, estudante alemã formada em Tecnologia do Alimento, iniciou o curso de Mestrado na Universidade Hochschule Neubrandenburg, onde conheceu muitos intercambistas brasileiros e passou a admirar a alegria e o estilo de vida desses estudantes. “Os brasileiros são muito acolhedores e divertidos”, afirma.

A convivência com nossos conterrâneos despertou em Talea a vontade de conhecer o Brasil. Então, com o Programa de Parceria Internacional, encontrou uma ótima oportunidade para realizar o seu desejo. “Eu tinha três opções de faculdades brasileiras, mas escolhi a  Mauá porque é uma ótima instituição. Além disso, estou perto de São Paulo, a ‘grande cidade’ que queria conhecer.

Quando entrei na Mauá pela primeira vez, surpreendi-me  com o tamanho do Campus – parece uma cidade! Sinto, entretanto, que todos são muito próximos, como uma família. Aqui tenho muito contato com novas tecnologias e vivo experiências que não são possíveis na Alemanha”, contou-nos Talea.

Talea mora numa república de meninas a poucos metros do Campus da Mauá de São Caetano do Sul. Ela adora cozinhar e apaixonou-se pelas comidas, principalmente coxinha, brigadeiro e doce de leite. Durante a semana, trabalha no Laboratório de Alimentos da Mauá, estuda e faz academia. Nos fins de semana, procura conhecer novos lugares e gosta muito de ir a museus, cinema, festas, parques, jogos de futebol, entre outros. Também viaja para outras cidades, como Rio de Janeiro, que ela visitou no último fim de semana, e Ubatuba, onde irá passar a virada para o ano novo.

Na Mauá, Talea desenvolve um trabalho de Mestrado sob a orientação da Prof.ª Cynthia Kunigk, intitulado “Bebida de Soja Verde Probiótica”, que busca reproduzir uma bactéria probiótica (benéfica para o corpo humano), a partir da extração de uma proteína. A soja verde já foi tema do Trabalho de Conclusão de Curso dos alunos da Mauá, apresentado numa edição da EUREKA. Ela é mais facilmente digerida do que a versão madura e possui um sabor mais suave, melhorando as características sensoriais dos alimentos à base do grão. Talea afirmou que na Alemanha não se encontra esse tipo de soja e que aqui tem a oportunidade de aprofundar os seus estudos.

Talea e Maithê

Talea também participa, como aluna especial, das aulas de Mestrado de Microbiologia do Alimento. “ Sinto-me  muito acolhida pelos alunos e professores. Todos sempre me perguntam se preciso de algo e querem me ajudar de todas as formas. Os professores até traduzem as matérias para a minha melhor compreensão. A Mauá é como uma grande família para mim e nunca me sinto sozinha aqui”, afirmou a jovem.

Maithê Lamonica, estagiária do Departamento de Relações Internacionais da Mauá, ajuda a estudante a aprender a língua portuguesa: elas se reúnem de duas a três vezes por semana, para que a aluna pratique o português. Talea, por sua vez, auxilia dois estudantes da Mauá que pretendem fazer intercâmbio na Alemanha, dando dicas e apresentando esses alunos a representantes de sua universidade.

Talea ficará na Mauá até 31 de janeiro de 2015. Depois, pretende viajar mais pelo país e retornar à Alemanha no mês seguinte. Com essa experiência, afirma que será uma profissional mais experiente e completa.

Nós desejamos muito sucesso para você, Talea! A Mauá sempre estará de portas abertas e espera que volte mais vezes! :D

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No próximo sábado, 15 de novembro, acontece o Vestibular Mauá 2015, uma data muito importante e decisiva para os vestibulandos que pretendem cursar Engenharia, Administração e Design na Mauá.

Confira 15 dicas da Mauá para fazer bem a prova:

1) acesse o hotsite do Vestibular Mauá 2015 e consulte as provas dos últimos 3 anos, para treinar e se preparar para a prova oficial;

2) descanse pelo menos 8 horas na noite anterior à prova;

3) antecipe-se: estude o local e trace um plano de como chegar à Mauá. Dirija-se ao local da prova com pelo menos 1h de antecedência;

4) não se esqueça dos documentos necessários para realizar a prova;

5) tome um café da manhã leve, pois refeições pesadas podem causar sono e retardar o raciocínio. Coma também uva passa, fonte que provê energia de forma mais rápida e saudável;

6) pense positivo e esteja confiante;

7) não tome calmantes para fazer a prova. Eles podem deixar a sua mente inativa e sonolenta;

8) leve para a prova lápis, caneta, borracha e algum alimento (barra de cereais, por exemplo). O estresse aumenta a transpiração. Portanto tome muita água ou suco de frutas nesse dia;

9) ao chegar à  Mauá, tenha foco e concentre-se em você mesmo. Evite comunicar-se com pessoas pessimistas e eufóricas;

10) fique atento à duração da prova e vá com um relógio confiável;

11) preste bastante atenção nos enunciados e cuidado com as pegadinhas;

12) não tenha pressa! Leia o enunciado, no mínimo duas vezes, para assimilar bem todas as informações. Se perceber que a pergunta não está clara para você, pule para a próxima e deixe-a para o final;

13) organize mentalmente as ideias de respostas, antes de escrevê-las;

14) escreva respostas claras e objetivas;

15) use todo o tempo disponível. Revise as respostas se tiver tempo, pois é uma oportunidade para ajustes de texto e possíveis erros de ortografia.

 

A Mauá deseja a todos uma ótima prova! Esperamos tê-los conosco em 2015! :)

#vaiMaua #vestibularMaua2015 #boaprova

 

Consulte o edital do Vestibular Mauá 2015 e esclareça as suas dúvidas sobre matrícula.